PRÍNCIPE HARRY INICIA TREINAMENTO NOS EUA, PARA VOLTAR AO AFEGANISTÃO

Príncipe Harry inicia treinamento militar
O “Capitão Wales”, como é conhecido nas forças armadas, chegou nesta quinta-feira à base aeronaval americana
O príncipe, de 27 anos, não esconde seu desejo de voltar ao Afeganistão 
após uma primeira experiência – Sarah Candito/ AFP
O príncipe Harry, terceiro na linha de sucessão à coroa britânica, chegou aos Estados Unidos para realizar a última etapa de sua atual formação como piloto de helicópteros Apache, anunciaram nesta sexta-feira fontes da casa real.
O “Capitão Wales”, como é conhecido nas forças armadas, chegou nesta quinta-feira à base aeronaval de Centro, onde será realizada a primeira parte dos treinamentos, informou o palácio de Saint James, gabinete dos dois filhos do príncipe Charles e da princesa Diana.
A segunda parte do exercício “Crimson Eagle” (Água Carmim), que no total durará “aproximadamente dois meses”, será realizada na base Gila Bend do Arizona (oeste).
O treinamento, que permitirá ao príncipe completar seu curso, inclui o manuseio de Apaches em montanha e deserto, de dia e de noite, assim como aulas de tiro com estas aeronaves projetadas para destruir tanques.
O objetivo é que os pilotos “adquiram experiência trabalhando em um local e em uma altitude similar com a que as tripulações do Apache podem se deparar em suas operações no exterior”, afirmou o comunicado.
O príncipe, de 27 anos, não esconde seu desejo de voltar ao Afeganistão após uma primeira experiência de 10 semanas como controlador de caça-bombardeiros em 2007/08, que foi interrompida quando a imprensa descobriu sua presença por medo de que se tornasse alvo dos talibãs.
A imprensa britânica publicou em junho que Harry tinha o acordo de princípio de sua avó, a rainha Elizabeth II, e de altos comandantes militares para uma possível nova missão neste país, mas afirmou que a decisão final – secreta – não seria tomada até o início de 2012.

Uma resposta

  1. Não quero "babar o ovo" da Inglaterra não, mas quando vejo um integrante da família real (indivíduo que pertence à classe dos ricos) prestando serviço nas Forças Armadas aí eu vejo o quanto que nossas Forças Armadas estão despreparadas e à margem da sociedade brasileira. Digo à margem da sociedade porque é notório hoje (percebe-se facilmente dentro dos quartéis) que o nível intelectual e social dos seus integrantes está muito aquém do que deveria ser em função da importância do Brasil na economia mundial como país emergente. Mas como manter e atrair bons cérebros com a crescente desmotivação e desmoralização das Forças Armadas brasileiras. Lá na Inglaterra parece que ser militar dá status social, já aqui no Brasil, no atual contexto, eu não faço nem questão de deixar que as pessoas saibam que sou militar, não por medo da violência, mas sim pelo atual desprestígio da profissão. Pena…

    Celso

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