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Claudio Nogueira 

Os casos estão nas mãos do Conselho Internacional do Esporte Militar, o CISM, mas na quinta edição dos Jogos Mundiais Militares, de 16 a 24 de julho, no Rio de Janeiro, foram constatados dois resultados positivos de doping por uso de substâncias proibidas. Pelas regras do evento, cabe apenas ao CISM as notificações oficiais sobre quaisquer casos de doping no evento.
Ainda não se sabe se os casos positivos ocorreram com medalhistas, tampouco se as respectivas medalhas acabarão sendo cassadas. Ao todo, foram realizados no evento carioca 274 controles antidoping, com dois casos positivos. A imensa maioria, 99,3% do total, deu negativo.
Num dos casos positivos, o atleta havia apresentado documentação comprovando a necessidade de uso terapêutico da substância encontrada na análise. O documento foi fornecido pela Agência Mundial Antidoping, a WADA, responsável pelo combate ao uso de substâncias proibidas no esporte mundial.
Já no outro caso, a delegação do atleta cuja amostra teve resultado positivo, foi informada pelo CISM, e em breve, será realizada a contraprova.
Os nomes, as nacionalidades e os esportes de que participam os atletas flagrados não foram divulgados pelo CISM, que também não divulgou ainda os resultados das contraprovas desses exames. A expectativa é a de que o Conselho o faça em breve, por meio de boletim oficial.
Os exames foram feitos pelo Ladetec da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e o CISM deve ter recebido tais resultados em agosto. Nos exames, foram utilizados dois critérios: em modalidades individuais, como atletismo, natação e lutas, foram testados os medalhistas e recordistas. Já nos esportes coletivos, os atletas testados foram escolhidos por sorteio.
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