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Hasteamento do Pavilhão Nacional – Serra do Amolar – Foto: Asp Sinzato
Nem tudo está perdido. Eis o Exército real, que hasteia a Bandeira nos confins do País, que vigia as fronteiras, com profissionalismo e dedicação, a despeito dos equipamentos obsoletos, dos fuzis vetustos, do material sucateado, dos baixos salários, das agruras das famílias que ficaram em casa.
Se os generais olhassem mais para esses jovens Soldados (assim, com S maiúsculo), que um dia eles próprios já foram, o EB seria outro e não esse de nossos dias, onde o mérito real não vale e o carreirismo impera em de cima abaixo, muito mais no topo do que na base.
Enquanto essa realidade não muda, Brasília continua sendo uma fantástica fábrica de carreiras ‘brilhantes’, construídas no ar condicionado dos gabinetes acarpetados.
Ricardo Montedo

17º Batalhão de Fronteira realiza reconhecimento de fronteira

Corumbá (MS) – No período de 30 de julho a 4 de agosto, integrantes da Força Pantanal do 17° Batalhão de Fronteira (17º B Fron) realizaram uma patrulha de reconhecimento de fronteira, passando pelos marcos Bonfim, Desaguadouro-Mandioré, Caraguatal, Ilha do Velho e Palmital-Mandioré.
Patrulhamento fluvial – Foto: Asp Sinzato
O reconhecimento de fronteira é uma operação militar realizada quinzenalmente para verificação dos limites do território nacional, caracterizada pela passagem e vistoria dos marcos de fronteira, a fim de cumprir a principal missão do Batalhão, que consiste na vigilância estratégica da faixa de fronteira. O 17º B Fron tem sob sua responsabilidade mais de 300 km de fronteira com a Bolívia, contando ao norte da área com o Destacamento Militar de Porto Índio, localizado na divisa dos estados do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, e, nas demais faixas de fronteira, com a Força Pantanal, constituída por militares do efetivo profissional e dotada de viaturas e embarcações com a finalidade de proporcionar mobilidade para o cumprimento dessa missão.
Marco – divisa Brasil com a Bolívia – Foto: Asp Sinzato
Na oportunidade, um Pelotão, constituído por 20 militares, deslocou-se por mais de 150 km na hidrovia do Rio Paraguai, transportado na Embarcação Base de Pelotão “Duque de Caxias” e apoiado por duas embarcações patrulha de grupo de combate, “voadeiras”, com o objetivo de reconhecer os marcos localizados próximo à Lagoa Mandioré e a oeste da Serra do Amolar, na região do Pantanal sul-matogrossense, região de difícil acesso, onde a Força Terrestre se faz presente.

Patrulha em reconhecimento de fronteira – Foto: Asp Sinzato

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