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Reconstituição de morte de soldado não esclarece dúvidas, diz advogado
Foto: Simão Nogueira
A reconstituição foi na tarde de ontem na Capital
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Durou 2h40 minutos a reconstituição da morte do soldado Leonardo Pavão Rodrigues, 19 anos, feita na tarde de quinta-feira no 9º Batalhão de Suprimentos do Exército, em Campo Grande. O soldado morreu na madrugada do dia 12 ao ser atingido por um tiro acidental disparado pelo soldado Adriano Moreira Rafael, 20 anos.
De acordo com o advogado da família da vítima, Márcio Widal, a reconstituição começou às 14 e terminou 16h40. “O exército reconstituiu a versão do acusado e das testemunhas que presenciaram o crime”.
Segundo Márcio, algumas dúvidas ainda não foram esclarecidas por não ter tido acesso ao que está sendo investigado, mas que já foi autorizado pelo exército. “Amanhã vou ter acesso para analisar o inquérito”, disse.
O Ministério Público Militar ficará responsável de concluir se houve o crime doloso ou se foi acidental. “Hoje só foi para observar e esclarecer se havia alguma rixa entre o acusado e a vítima. O advogado afirma que não tinha.
Como o fato ocorreu dentro do exército em exercício militar a família espera que seja apurada qualquer negligência por parte do comando. Conforme o advogado, não será realizado mais nenhuma diligência a respeito do caso.
Acidente
Leonardo estava dormindo no alojamento do quartel e o disparo aconteceu quando outro soldado, que estava armado, foi chamá-lo para fazer a troca da guarda no batalhão.
O tiro acertou o rosto de Leonardo, que não resistiu e morreu no local, antes de receber atendimento.
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