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Antes de assalto na Capital, subtenente da reserva havia dito que reagiria a roubos
Mulher conta que militar costumava defender essa postura
Matheus Piovesan | [email protected]
O subtenente da reserva Américo Bengochêa de Araújo, 50 anos, assassinado neste domingo em Porto Alegre quando três assaltantes tentaram levar a bolsa da companheira, defendia a posição de que reagiria caso fosse roubado. Quem conta é a mulher dele, Marlene Lopes Pereira, 36 anos.
Em entrevista a Zero Hora, ela relatou que apesar de não ter assistido aos disparos porque havia sido jogada pelo assaltante contra uma porta de ferro, acredita que o marido possa ter reagido ao assalto.
Abaixo, confira um trecho da entrevista. Leia a íntegra nesta terça-feira em ZH.
ZH: Você acredita que ele reagiria?
Marlene: Ele reagiria sim. Em várias conversas com a família ele já tinha dito: “Eu jamais aceitaria um vagabundo ditar ordem para mim.”
ZH: E você é a favor de reagir a um assalto?
Marlene: Eu trabalho com vigilância e jamais reagiria. Leve o que quiser levar, mas a minha vida fica. Porque o que me levarem hoje, amanhã eu busco. Agora, a minha vida não. Muitas vezes a gente até chegou a brigar por eu falar isso pra ele e ele não aceitar.

ZERO HORA

Leia abaixo:
SUBTENENTE DO EXÉRCITO MORRE AO REAGIR A ASSALTO EM PORTO ALEGRE

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