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FAB FORMA PRIMEIRA MULHER PARAQUEDISTA DA ÁREA DE SAÚDE
No braço esquerdo, a faixa com a cruz vermelha. No pé, o coturno marrom. 
A Sargento Michelle Lima concluiu no final de fevereiro o curso básico de paraquedista oferecido pelo Exército e se tornou a primeira militar da área de saúde a possuir essa capacitação operacional. Ela já está pronta para saltar. “Era um grande sonho”. A paraquedista que salva vidas é do efetivo do Instituto de Medicina Aeroespacial, organização da FAB no Rio de Janeiro.
Em entrevista à Força Aérea FM, a Sargento explicou quais as funções e missões que a partir de agora ela pode atuar, as dificuldades do curso de formação e também a satisfação com a nova habilidade. “É difícil explicar o que sentimos quando o paraquedas abre”, disse.
Além da militar, dois Sargentos da Subdivisão de Medicina Operacional, do Instituto de Medicina Aeroespacial (IMAE), formaram-se no curso realizada na Brigada de Infantaria Paraquedista General Penha Brasil. Concluíram também o curso os Sargentos Nathan Bacalhau Santana e Defson Fernandes Marques.
FAB

MARINHA TEM PRIMEIRA OFICIAL PARAQUEDISTA MILITAR
A Marinha do Brasil tem a primeira Oficial paraquedista militar. A Capitão-de-Corveta (Md) Fátima Teresinha Luz Vieira, do Centro de Instrução e Adestramento Almirante Áttila Monteiro Aché (CIAMA), formou-se no dia 25 de fevereiro, em cerimônia militar realizada no Centro de Instrução Paraquedista General Penha Brasil, do Exército Brasileiro.
Segundo a Capitão-de-Corveta (Md) Fátima, “as primeiras semanas do curso foram as mais difíceis, pois a resistência física foi muito exigida. Porém, o psicológico fez toda a diferença, já que estava focada no objetivo de concluir o curso”.
A Capitão-de-Corveta (Md) Fátima também possui o Curso Especial de Medicina de Submarino e Escafandria para Oficiais, além de ampla experiência operativa, em virtude do apoio às atividades de Submarinistas, Mergulhadores e Mergulhadores de Combate no âmbito do Comando da Força de Submarinos. A qualificação obtida permitirá o acompanhamento completo dos Cursos de Operações Especiais ministrados pelo CIAMA, já que, anteriormente, a fase de saltos dependia do apoio de médicos paraquedistas de outras Organizações Militares.
MARINHA DO BRASIL
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