Escolha uma Página
A Brigada de Infantaria Paraquedista, tropa majoritária da Força de Pacificação, disponibilizou uma pesquisa para que a sociedade brasileira manifeste sua opinião sobre a sua atuação nos complexos do Alemão e da Penha.

Os resultados servirão como base para eventuais reajustes.
A Brigada de Infantaria Paraquedista atua no complexo do Alemão desde o dia 26 de novembro de 2010, tendo chegado à região 12 horas depois de recebida a missão de bloquear o perímetro externo daquele complexo para garantir o cerco que possibilitou às forças de segurança do Rio de Janeiro ocupar aquela área.
Em 23 de dezembro, o ministro da Defesa e o governador do Rio de Janeiro assinaram um convênio que criou uma Força de Pacificação, sob o comando da Brigada e composta por 1.937 homens, sendo 1.667 homens do Exército Brasileiro (1.598 da Bda Inf Pqdt), 240 da PMERJ e 30 da Polícia Civil.
A missão desta Força de Pacificação passou a ser a preservação da garantia da lei e da ordem pública nas comunidades do complexo da penha e do complexo do Alemão, de forma a permitir que o Estado volte a se fazer presente em uma região que passou muitos anos sob o domínio de criminosos.
Em 21 de fevereiro, a Brigada de Infantaria Paraquedista será substituída pela 9ª Brigada de Infantaria Motorizada, após três meses de atuação na área.
Recentemente, um tenente da Brigada Paraquedista do Exército foi acusado de roubar um ar-condicionado no Morro das Palmeiras, no complexo do Alemão. O aparelho estava em uma casa que era do tráfico e havia sido cedido à Associação de Moradores. Além do aparelho, o militar também furtou outros objetos do local. Também foram afastados 23 PMs, a pedido do Exército.
jb online
Skip to content