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LARYSSA BORGES
A presidente Dilma Rousseff recebeu nesta segunda-feira um telefonema do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, que, em uma conversa de 15 minutos, a parabenizou pela vitória nas eleições brasileiras. No telefonema, Dilma defendeu a presença militar do Brasil no Haiti e disse que pretender atuar na contenção da epidemia de cólera na nação caribenha.
“No telefonema, Dilma mostrou nossa disposição de continuar exercendo esse papel enquanto as Nações Unidas considerarem que ele é relevante. A liderança da força foi uma atribuição inclusive da ONU”, afirmou o assessor para Assuntos Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia.
De acordo com o assessor, o Brasil também tem informações de que autoridades haitianas estão dispostas a aceitar a determinação da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre os candidatos que poderão disputar o segundo turno no processo eleitoral local.
“O primeiro-ministro do Haiti, que esteve aqui para a posse da presidente Dilma, admitiu que o governo aceitará qualquer opinião que a OEA venha a dar no que diz respeito a qual dos dois candidatos devem passar para o segundo turno”, disse.
A OEA deve enviar uma missão ao Haiti para investigar os resultados das eleições presidenciais e legislativas realizadas em 28 de novembro. No primeiro turno, a vencedora foi a ex-primeira-dama Mirlande Manigat, que obteve 31,37% dos votos.
TERRA
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