Escolha uma Página

Orgias e assédio sexual dentro do exército brasileiro. No centro da polêmica está um coronel do exército, comandante do hospital do exército em Marabá, no Pará. Segundo as denúncias, a praia do Lençol, em Marabá, no Pará é um dos lugares em que o tenente coronel Alberto Almeida promovia encontros sexuais com recrutas. Em troca, os soldados garantiriam a seqüência na carreira. O tenente coronel também foi acusado de promover festas que eram usadas para seduzir os soldados novatos.
R7
Comento:
O assunto não é novo.
Em 21 de maio deste ano publiquei este post aqui no blog:

ASSÉDIO SEXUAL E MORAL EM MARABÁ?

Corre como rastilho de pólvora pela web a matéria publicada pelo jornal O Liberal, de Belém do Pará, sobre a denúncia da ex-3º Sargento Rubenice de Nazaré Dias Martins, do Hospiltal Miliar de Marabá.
Ela afirma que foi perseguida, injustiçada e demitida do Exército após denunciar assédio sexual cometido por militares do hospital.
A matéria cita, nominalmente, vários militares e descreve situações que, se confirmadas, são realmente degradantes.
O Comando da 23ª Brigada de Infantaria de Selva de Marabá limitou-se a divulgar nota afirmando que “não foi notificado ou informado acerca do assunto por qualquer órgão ou instituição a quem caiba apurar ou atestar a veracidade dos fatos narrados pela ex-militar”, deixando a apuração para as unidades subordinadas. Leia a notícia aqui
A notícia é do dia 3/5 e leitores do Blog repassaram a matéria, pedindo sua publicação. Porém, o editor tratará o assunto com a prudência devida, pois, muitas vezes, denúncias como essa  servem para mascarar motivações duvidosas.

 Pergunto:
– Como a instituição Exército Brasileiro deixou a situação chegar nesse ponto?
– O que justifica a falta de disposição em apurar a fundo as denúncias, o que resultou no arquivamento do processo?
– Com se explica um corporativismo vergonhoso como esse?
Lamentável!

Skip to content