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Leoni, no podium – Antonio Carlos Mesquita/Divulgação

As livrarias receberão, em breve, o livro “Haiti, uma Lição de Vida”. Trata-se da saga do um ex-paraquedista da tropa de elite do Exército brasileiro, Nelson Dias Leoni, que, 16 dias depois de pisar em Porto Príncipe, é atingido por um tiro de fuzil, que o faz perder os movimentos do braço esquerdo.
A autora é a jornalista Damaris Giuliana, que viajou três vezes ao Haiti, uma das quais pelo jornal “O Estado de S.Paulo”. O co-autor é o próprio capitão Leoni.
A história de superação dele é qualquer coisa de cientificamente inacreditável. Leoni passou por 12 cirurgias (sete no mesmo dia), meses de internação e dois anos de fisioterapia. E pensar que, ao chegar na República Dominicana, ferido, alguns médicos queriam amputar o braço imediatamente.
No frigir dos ovos, em 2007, nadando, o capitão Leoni ganhou o campeonato paraolímpico da Caixa.
Claro que a Lei de Murphy entrou em ação. Por sobrecarga, Leoni acabou ferindo o braço bom. Pensa que o capitão desistiu? Nada, agora ele está na modalidade… tiro.
E, muito provavelmente, de olho na Paraolimpíadas de Londres, de 2012. Agora fala se tudo isso não combina com cinema?

Coluna do Dadá
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