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“O grande erro” cometido pela América do Sul, incluindo o Brasil, foi ter comprado materiais bélicos no exterior, e “não nos ter desenvolvido para ter autonomia e não ficarmos presos.”
 
A América do Sul deve recuperar sua capacidade militar para que possa dizer ‘não’ quando for necessário, disse o ministro da Defesa, Nelson Jobim, nesta quinta-feira, depois de um encontro com seu colega uruguaio Luis Rosadilla, em Montevidéu.
“Não há uma corrida armamentista. Há sim a capacidade, e isso é importante, do subcontinente sul-americano de ter uma estrutura de dissuasão para que possa dizer ‘sim’ ao mundo quando quiser dizer ‘sim’ (…), mas tenha também a possibilidade de dizer ‘não’ ao mundo quando tiver a necessidade de dizer ‘não’. E isso só é possível com capacidade de dissuasão”, afirmou.
“É importante ter em conta que a América do Sul tem a maior reserva de água potável do mundo”, e “uma grande produção de energia e alimentos”, declarou, depois de um encontro com Rosadilla que durou o dia todo, que incluiu a participação do presidente José Mujica e dos chefes das Forças Armadas de ambos os países.
“O grande erro” cometido pela América do Sul, incluindo o Brasil, foi ter comprado materiais bélicos no exterior, e “não nos ter desenvolvido para ter autonomia e não ficarmos presos”, disse.
AFP
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