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Vivendo no México desde 1966, sofrendo do mal de Parkinson e sobre uma cadeira de rodas, Edilton Swarovski, de 69 anos, voltou ontem a abraçar a mãe, Inês Zandavalli Swarovski, de 92, após 30 anos de separação. Nas contas, está inclusa uma visita ao País em 1980, para o enterro do pai. O reencontro foi no Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis. Edilton conta que foi marinheiro de primeira classe especializado em caldeira na época do golpe militar. Após participar da Revolta dos Marinheiros (para reinvidicar melhores condições de trabalho), afirma ter sido preso e torturado. Buscou refúgio no México e voltou apenas ontem, cedendo a apelos da mãe. Vai viver em Balneário Camboriú. A Marinha comentará a história apenas no fim de semana.
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