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A hora do expediente da sessão desta terça-feira (23) foi dedicada a homenagear a memória dos brasileiros vitimados pelo terremoto que deixou mais de 200 mil vítimas no Haiti, no último dia 12 de janeiro.

Entre essas vítimas estavam a médica Zilda Arns Neumann, fundadora da Pastoral Nacional e Internacional da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa; e o diplomata Luiz Carlos Costa, representante especial adjunto da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti. Além destes, morreram 18 militares integrantes das forças de paz da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah).
A sessão foi requerida pelos senadores Flávio Arns (PSDB-PR – sobrinho de Zilda Arns), Romeu Tuma (PTB-SP), Aloizio Mercadante (PT-SP), Magno Malta (PR-ES), Paulo Paim (PT-RS) e João Pedro (PT-AM).
– Tenho a certeza de que o exemplo de vida de Zilda Arns, Tia Zilda, dos soldados do Exército brasileiro e da Polícia Militar do Distrito Federal, dos oficiais e de nosso Embaixador, Dr. Luiz Carlos da Costa, vai ser como semente no chão desta nação tão rica, que pôde abrigar em seus seio essas pessoas extraordinárias, de um povo brasileiro que sabe ser tão solidário; semente de justiça, encaminhando-nos para uma nação de paz – disse o senador Flávio Arns, sobrinho de dona Zilda, durante a homenagem.
Militares
Foram 18 os militares brasileiros mortos durante o terremoto no Haiti. São eles: Davi Ramos de Lima; Felipe Gonçalves Julio; Douglas Pedrotti Neckel; Washington Luis de Souza Serafim; Antonio José Anacleto; Rodrigo Augusto da Silva; Tiago Anaya Detimermani; Arí Dirceu Fernandes Júnior; Kleber da Silva Santos; Raniel Batista de Camargos; Leonardo de Castro Carvalho; Francisco Adolfo Vianna Martins Filho; Bruno Ribeiro Mário; Marcus Vinicius Macedo Cysneiros; Emilio Carlos Torres dos Santos; Márcio Guimarães Martins; Rodrigo de Souza Lima; e João Eliseu Zanin.
José Paulo Tupynambá / Agência Senado
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