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Circula na web um e-mail denunciando as condições em que transcorreu o exercício militar que resultou na morte de um cabo e um soldado do 17º BFron, ocorridas no dia 26 de novembro, na região do Rabicho, em Ladário(MS).
As acusações são graves e, se confirmadas, configuram (ir)responsabilidade de oficiais da unidade. O exercício não estaria previsto no QTS(Quadro de Trabalho Semanal) da semana de 23 a 27 de novembro e teria sido feita por iniciativa de alguns oficiais do Batalhão, num período em que o comandante da unidade estava em férias.
Somente no dia 26/11, dia do falecimento dos militares, teria sido publicado em Boletim Interno a realização do exercício.
Outros informes dão conta de que os oficiais instrutores tinham como praxe mandar esvaziar os cantis de todos antes de grandes deslocamentos, sob um calor que chegava a 45º graus. Além disso, os instrutores retirariam  os alimentos das panelas com as mãos sujas,  depositando a comida nas marmitas.
Não posso atestar a veracidade das informações, mas, pela experiência já vivida, posso afirmar que tais atitudes, se ocorreram, são repetições de velhos erros e a comprovação de que antigas  lições não foram aprendidas.
Delas, vem o corre-corre para trocar folhas de boletim, para fabricar depoimentos, para montar versões que, ao final, serão formalmente aceitas pela Força e pela Justiça Militar.
Ficam impunes os crimes e agoniadas as consciências, que clamam por justiça.
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