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Tatiana Farah

Executivos do consórcio Rafale International, formado pelas empresas Dassault Aviation, Snecma e Thales, estiveram na quarta-feira na Câmara para apresentar a proposta aos deputados da Comissão de Ciência e Tecnologia. Os franceses prometem transferência total de tecnologia ao Brasil.
O documento já estaria assinado pelo presidente Nicolas Sarkozy e por altas patentes do governo francês. As empresas apresentaram ainda a proposta de cobrir em 160% o total dos gastos brasileiros com o programa militar, oferecendo 67 cartas de cooperação comercial e tecnológica. Nos mesmos moldes da concorrente sueca, a Saab, os franceses anunciaram que querem desenvolver tecnologia com o Brasil e não só propor transferência.
No dia 2, último do prazo dado pelo governo brasileiro para que as fabricantes fizessem a oferta final, a Saab já havia feito uma nova proposta de venda de caças para o Brasil. No mesmo dia em que o ministro da Defesa sueco havia dito que o Brasil poderia “comprar dois caças pelo preço de um da concorrência” , a empresa garantiu que instalará uma fábrica no país e comprará aviões Super Tucano da Embraer. Apesar da ofensiva de americanos e suecos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Defesa, Nelson Jobim , já deram a entender que o país estão mais inclinado a comprar os caças dos franceses.
 
Perguntinhas diversas:
Se o prazo dado pelo governo para a última oferta foi o dia 2, por que a proposta francesa foi apresentada somente quarta-feira (14), referindo-se a um documento que, hipoteticamente, “estaria assinado”? Assinado quando? Antes do dia 2? O governo brasileiro recebeu a proposta no prazo?
 
Respostinha única:
Tá tudo dominado!!!!
Ahah! uhuh! O Rafale é nosso!
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