Escolha uma Página
BOA VISTA – A operação Escudo Dourado de combate ao garimpo ilegal, em Roraima, nas terras indígenas Raposa Serra do Sol, São Marcos e Yanomami, teve início ontem (12) Polícia Federal e a 1° Brigada de Infantaria de Selva. A ação pretende reprimir o garimpo na faixa de fronteira com o país da República Federativa da Guiana.
Cerca de 40 homens do Exército atuam de maneira ostensiva nas áreas indígenas. A PF apoia como Polícia Judiciária, abrindo inquéritos e detendo pessoas acusadas de garimpo ilegal.
Oito pessoas foram detidas na comunidade indígena do Mutum. A operação continua hoje (13) subindo o rio Mutum em direção ao Município de Uiramutã.O objetivo é encontrar mais garimpeiros.
Segundo informações do presidente da Câmara de Vereadores do Município do Uiramutã, Milton Dário, os garimpeiros que trabalham na região são todos indígenas e trabalham de maneira artesanal, com peneiras e pás. No total, 50 famílias sobrevivem da atividade de garimpo na região do Mutum e da comunidade Flexal.
De acordo com Milton Dário, o Exército teria passado para o lado guianense para destruir os equipamentos que são utilizados pelos indígenas no outro país. Mas segundo ele, os garimpeiros atuam com maquinário com permissão do governo da Guiana.
A operação Escudo Dourado é um resultado de um planejamento integrado entre a Polícia Federal e o Exército Brasileiro. A base da ação foi feita por meio de levantamentos de inteligência.
O comandante militar da Amazônia, o general Luis Carlos Gomes, acompanha as operações a partir de Boa Vista, com o apoio do 7° comando aéreo regional, da Força Aérea Brasileira (Fab).
 
Comento
Somente os imbecis de plantão acreditaram naquela baboseira de autonomia dos povos indígenas, quando da legalização do ato que demarcou boa parte do território de Roraima como reserva indígena contínua.
A inviolabilidade da Raposa Serra do Sol  serve apenas para ocultar ilegalidades, entre elas os crimes cometidos pelos próprios índios, que de há muito incorporaram em seus costumes alguns hábitos bem brasileiros, entre eles o de levar vantagem em tudo. Assim, num caso de aperto, vale jogar o maquinário do garimpo para o outro lado da fronteira, que, para esse fim, existe.
Índio não quer mais apito. Há muito tempo, índio só quer se dar bem.
Skip to content