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Quem tem acompanhado o noticiário de tv dos últimos dias, deve ter notado a massificação que Governo e Petrobrás estão promovendo, à custa de milhões de reais do contribuinte, em torno do pré-sal.
O pré-sal surge como a panacéia verde-amarela, a segunda independência, no dizer de Lula, a redenção de todos os males e mazelas que acumulamos ao longo de quinhentos anos de história.
A propaganda e as vozes oficiais tentam criar um maniqueísmo doentio ente o bem e o mal, colocando nessa última condição todos aqueles que vêem com reserva as regras que o Governo tenta impor a aprovação do Congresso, em regime de urgência, sem a necessária discussão.
O pré-sal virou a salvação nacional, um objetivo em torno do qual todos os “realmente” brasileiros devem se agrupar. Parafraseando o ditado ufanista de Médici: “PRÉ-SAL, AME-O OU DEIXE-NOS”.
Pouco importa se ele joga uma cortina de fumaça sobre a questão do fundo de pensão da PETROBRÁS, se faltam  informações mais concretas sobre seu real potencial, se o país só vai usufruir os dólares do primeiro barril daqui a quinze ou vinte anos.
É proibido questionar os bilhões de reais que serão investidos, sem a certeza de retorno.
O pré-sal, como já lembrou Reinaldo Azevedo, é uma reedição (dos biocombustíveis) de 2006, que visa uma rereeleição (de Dilma, candidata de Lula) em 2010.
E para isso, vale tudo: já que o PAC empacou, pré-sal neles!
Quem duvidar, não merece viver “neste paíz”.
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