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Uma rápida passagem pelo cais destruído, com direito a fotos e explanações de diretores e técnicos do Porto de Itajaí, foi o primeiro contato dos engenheiros do Instituto Militar de Engenharia (IME) do Exército brasileiro com a situação do terminal público, ontem pela manhã. Depois da visita a campo, o capitão Antonio Carlos Rodrigues Guimarães e a engenheira Maria Esther Soares Marques tiveram acesso a detalhes de todas as versões dos projetos de reconstrução do cais, elaborados desde novembro de 2008. A visita só terminou por volta das 18h, mas a resposta do Exército sobre a possibilidade de assumir a obra só sai a partir de sexta-feira.“O novo berço do porto está vulnerável a qualquer precipitação com aumento da correnteza do rio, pois, ao lado, a área dos berços destruídos continua cedendo”, explicou Guimarães.A superintendência do Porto de Itajaí aguarda até quinta-feira a manifestação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a possibilidade de um aditivo de 50% no valor da obra e manutenção do acordo com a TSCC. A avaliação do Exército é vista como uma alternativa à retomada das obras sem novas interrupções.SICILIA VECHI ITAJAÍ
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