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Pouco mais de sete anos após a primeira decolagem de Santos=Dumont no Campo de Bagatelle – Paris -, marco histórico de uma nova era, sua pátria, atenta aos anseios nacionais, inaugurava, em 2 de fevereiro de 1914, a Escola Brasileira de Aviação, no Campo dos Afonsos, Rio de Janeiro.
A uma singela frota de nove aviões – monoplanos e biplanos – era atribuída a ingente missão que originou a formação do piloto militar brasileiro. No entanto, a despeito de vibrante euforia por tão significativa conquista, acontecimentos da ocasião trouxeram reflexos desastrosos para a continuidade do projeto e, após curto vôo – cinco meses -, a Escola se viu obrigada a fechar as portas dos hangares.
Transcorridos cinco anos, aproximadamente, dessa frustrada tentativa, ocorreu a inauguração oficial da Escola de Aviação Militar, em 10 de julho de 1919, no Campo dos Afonsos, com a missão de preparar pilotos, observadores, mecânicos e operários especialistas, cabendo ao chefe da Missão Militar Francesa de Aviação a responsabilidade pela instrução técnica. A 22 de janeiro de 1920, doze oficiais, constituindo a primeira turma, recebem o brevê de piloto militar. Até dezembro de 1940, cerca de 420 aviadores foram formados. Em 1941, com a criação do Ministério da Aeronáutica, a Escola de Aeronáutica do Exército e a Escola de Aviação Naval se uniram para formar a Escola de Aeronáutica, hoje Academia da Força Aérea.
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