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Projeto Rondon vai levar apoio a carentes de Angola e Bolívia

Programa fez parceria durante 10 anos com o Canadá e agora busca recursos do Itamaraty
José Maria Mayrink

O Projeto Rondon, criado pelo governo militar em 1967 e relançado pelo presidente Lula em 2005, vai exportar sua experiência para a Bolívia e Angola, depois de dez anos de parceria com o Canadá. Professores da Universidade Nacional Autônoma de Santa Cruz de la Sierra e da Universidade Anhanguera de Campo Grande se reuniram em abril, sob patrocínio da Agência Brasileira de Cooperação, do Ministério das Relações Exteriores, para estudar a assinatura de um convênio que permitirá atuação de estudantes nos dois países.”Dependemos de recursos do Itamaraty para as passagens, especialmente no caso de Angola, mas os custos se resumem às viagens, pois os participantes se hospedam em casas de família e contam com a ajuda das prefeituras”, informa o presidente nacional do Projeto Rondon, coronel reformado Sérgio Mário Pasquali, de 82 anos. Primeiro secretário executivo da instituição, então subordinada ao Ministério do Interior, ele renunciou à carreira militar, quando deveria ser promovido a general, para continuar trabalhando estudantes e professores no atendimento a populações carentes.Depois da Bolívia, o Projeto Rondon chega ao Paraguai. “Teremos mais uma oficina de trabalho, em agosto ou setembro, para escolher as áreas e os programas a serem executados”, adianta a professora Marilena Reis, presidente do Projeto Rondon de Mato Grosso do Sul. O planejamento da parceria será submetido ao Ministério das Relações Exteriores, responsável pelas negociações diplomáticas na assinatura do convênio.
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