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PORTO VELHO (RO)- O site www.rondoniaovivo.com mostrou imagens datadas de quarta-feira (20), denunciando o transporte de alimentos vencidos, por viaturas militares, supostamente carregadas com 3.000 kg de leite em pó e 4.000 kg de arroz, além de outros gêneros alimentícios, que foram retirados do depósito da 17ª Base Logística e levados num “passeio” até o 5° Batalhão de Engenharia e Construção, visando ocultar o material dos oficiais da 12ª Região Militar, de Manaus, que naquele dia inspecionariam a Base.
O Comandante da Base Logística, Major Neto, desmentiu a informação a respeito do “estrago” da alimentação enviada ao 5° BEC. Segundo ele, o que houve foi uma simulação de transporte de carga, para aferição de tempo de deslocamento entre quartéis, como parte de um cronograma de preparação do Exército para participar de uma operação do IBAMA.
Em relação a inspeção que seria realizada no quartel no mesmo dia, tratou-se de “uma incrível coincidência”, segundo o oficial, não havendo qualquer relação entre a saída dos caminhões com a chegada dos inspetores. Por sua vez, a denúncia feita ao jornal, foi creditada a pessoas interessadas em criar intrigas e desestabilizar o comando da guarnição.
Por outro lado, o Chefe do Estado Maior da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, Coronel Moraes, afirmou categoricamente que de fato o que ocorreu foi uma simulação de transporte de alimentos em razão de exercícios preparatórios para a operação na Floresta Nacional do Bom Futuro.
“Todo aquele suprimento está contabilizado. A auditoria não terminou e o estoque já está de volta a Balog,” disse o Cel. Moraes, garantindo que a comida não está vencida e está inserida na cadeia de suprimentos do Comando.
Em relação a Inspeção, o Coronel disse que todas as unidades do Exército contam com essa auditoria anual, que faz parte do sistema de controle interno das Forças Armadas.
Assista ao vídeo:

As informações e imagens são do site: www.rondoniaovivo.com

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