VÍDEO mostra sargento do Exército comprando bebida antes de atropelar jovem no DF

Sargento do Exército quqe atropelou mulher sendo preso no DF

Imagens reforçam suspeita de ingestão de álcool antes do atropelamento que deixou Maria Clara Facundo gravemente ferida; militar fugiu sem prestar socorro e segue preso.

Novas imagens mostram que o sargento do Exército Brasileiro Guilherme da Silva Oliveira comprou bebida alcoólica em uma distribuidora pouco antes de atropelar a jovem Maria Clara Facundo, de 20 anos, no Riacho Fundo, no Distrito Federal. O atropelamento ocorreu na madrugada de 25 de abril.

Após atingir a vítima, o militar fugiu do local sem prestar socorro. Maria Clara sofreu fraturas na bacia e no rosto, além de traumatismo craniano. Guilherme foi preso três dias depois, em 28 de abril, e permanece detido em uma unidade militar.

Estado de saúde da vítima

Maria Clara recebeu alta hospitalar no sábado (9), após quase 20 dias internada, parte deles na UTI. Em entrevista à TV Globo, ela relatou que ainda sente dores intensas e não consegue andar.

“Eu sinto muita dor. Eu não consigo andar, porque meu osso saiu do lugar. Se eu andar, a fratura pode aumentar”, afirmou a jovem.

O que diz a defesa

Em nota, a defesa de Guilherme da Silva Oliveira classificou o caso como uma “trágica fatalidade”. Segundo os advogados, não há indícios de motivação pessoal ou intenção de atingir a vítima. A defesa afirmou ainda que o militar está à disposição da Justiça e colabora com as investigações.

Posicionamento do Exército

O Comando Militar do Planalto informou que instaurou um procedimento administrativo para apurar a conduta dos envolvidos. Em nota, o órgão declarou que repudia atitudes que contrariem a ética e os valores militares.

Relembre o caso

O atropelamento aconteceu quando Maria Clara atravessava uma rua próxima à faixa de pedestres. Imagens de câmeras de segurança mostram o carro dando marcha à ré e atingindo a jovem, que chegou a ser arrastada pelo asfalto.

Mesmo após o impacto, o motorista deixou o local sem prestar socorro. Outras quatro pessoas — três homens e uma mulher — estavam no veículo no momento do atropelamento. Elas foram ouvidas pela polícia após a prisão do sargento e liberadas.

O caso é investigado pela 29ª Delegacia de Polícia do Riacho Fundo, que apura as circunstâncias do atropelamento e a eventual responsabilidade criminal do militar.

g1 – Edição: Montedo.com

Respostas de 5

  1. Destruir as forças armadas, tirando recursos abandonando projetos e meios, tirando direitos, desmotivando a tropa começou lá nos tempos de FHC, fazendo parte do “Complô para aniquilar as forças da Ibero América”
    Hoje fica claro que eles, os socialistas, estão conseguindo. 😟

  2. Como é praça a força vai fazer tudo para acabar com a carreira.
    Cadê o julgamento dos oficiais Generais condenados e presos? Vão cassar a patente?

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