Formação é considerada uma das mais exigentes da Marinha, com elevado rigor técnico e físico
A Marinha do Brasil marcou um importante avanço na inclusão das mulheres nas Forças Armadas com a formatura da Soldado (Fuzileiro Naval) Júlia Maria, a primeira mulher a concluir o Curso Expedito de Operações no Pantanal. Considerado um dos mais desafiadores da instituição, o curso exige alta performance física e técnica, e foi realizado em Ladário (MS), com a participação de militares do 1º e 2º Batalhões de Infantaria de Fuzileiros Navais.

Fonte: Agência Marinha de Notícias
Integrante da segunda turma de Soldados Fuzileiros Navais, Júlia Maria simboliza o crescimento da participação feminina em áreas de alta complexidade e exigência dentro da carreira militar. Ela é um exemplo do progresso das mulheres nas Forças Armadas, destacando-se em um curso de 36 anos de tradição, que prepara os militares para atuar em um dos ambientes mais desafiadores do Brasil.
“Este curso foi de extrema importância para minha vida pessoal e profissional. Espero um dia poder passar esses conhecimentos para outros militares também” – Soldado FN Júlia Maria
O C-Exp-OPant é reconhecido por sua intensidade e pelo rigor das instruções. Durante cinco semanas, os participantes enfrentaram condições extremas, como técnicas de combate, sobrevivência no pantanal, patrulhas, escoltas, assaltos ribeirinhos e missões de reconhecimento. Dos cem militares que inicialmente se inscreveram, menos de 25% conseguiram completar o treinamento e receber a certificação.
Com a conclusão do curso, Júlia Maria agora integra o seleto grupo de operadores habilitados para realizar missões tanto no Pantanal quanto em operações ribeirinhas, nas frentes nacionais e internacionais da Marinha do Brasil.
Com informações da Agência Marinha de Notícias
Respostas de 7
Muito Bom, conceito 3 hehehehhe
Se é no exército, não precisaria raspar a cabeça, teria banheiro separado e depois seria assessora em algum gabinete de oficial.
Parabéns a marinha.
A tropa necessita de correção salarial.
Tudo isso pra ganhar menos que um recruta da PM de qualquer estado do Brasil kkkkk
Para mulher é mais fácil. As FFAA só querem lacrar. Nao duvido nada ela se tornar COMANF, sem ralar tanto em relação ao segmento masculino.
É proibido Comanf para soldados e facultado somente para cabos com estabilidade presumida pela aprovação no concurso de sargento.
Futura comanf.
O paisano gosta dessas materias.