Maior disparidade está no Exército, onde apenas 6,3% dos militares da ativa são mulheres; Ministério da Defesa avalia liberar alistamento feminino não obrigatório
Gabriel de Sousa
BRASÍLIA – O serviço militar no País é majoritariamente masculino. De acordo com dados oficiais do Exército, Marinha e Aeronáutica, de cada dez militares na ativa, apenas um é mulher. Somente na FAB as mulheres ocupam mais de 20% do efetivo.
O ministro da Defesa, José Múcio, pediu estudos aos comandos das Forças sobre o alistamento de mulheres acima de 18 anos de idade, com a ressalva de que o procedimento deve ser voluntário, não obrigatório, como no caso de homens.
Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), dos 68.401 militares ativos, 14.830 são mulheres, o que representa 21,7% de participação feminina.
Na Marinha, dos 74.082 militares ativos, 8.540 são mulheres ou 11,53% do total.
A força com maior disparidade de gênero é o Exército, onde dos 213 mil militares ativos, somente 13.328 são do gênero feminino. Nos quartéis, 6,3% são mulheres e 93,7% são homens.
Considerando as três forças como um todo, o País tem 355.483 militares na ativa e apenas 14.830 são mulheres, o equivalente a 10,3% do total.
Múcio se reuniu com os comandantes militares – general Tomás Paiva (Exército), tenente-brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz (Aeronáutica) e almirante Marcos Olsen (Marinha) – para discutir como o alistamento feminino pode ser feito no futuro. Ainda não há previsão de prazos e nem de percentuais de mulheres que poderão ser alistadas.
A ideia do ministro é embrionária, inspirada na experiência do Chile e depende de vários fatores e providências. Ainda é preciso discutir quanto tempo e quantos recursos serão necessários para criar alojamentos femininos nos quartéis, que são essencialmente masculinos.
Respostas de 20
os QEs seguem, pasmem os senhores, pleiteando a promoção a S Ten!!!
Estão dizendo que tem General que não é concursado e por este motivo tem o direito de serem S Ten.
Se promoverem os QEs a S Ten, o próximo passo deles, será receber retroativo e serem promovidos a QAO.
Ingratidão, de alguns desses senhores, para com a Força.
QE NEM CARREIRA É!!!
Meu amigo… qual a ligação do seu comentário com a matéria?
Boa tarde ST Henrique.
Respondendo sua pergunta: não existe ligação.
A relação é puxar encrenca.
E vamos conseguir.
Já conseguimos uma, vamos conseguir todas enquanro você fica ai Esperando o alto comando que está muito preoculpado contigo sim.
Aguarde e verá, ainda vamos pegar o posto acima no retroativo.
Raaaaaasga
Não fazem muita diferença.
Com os baixos soldos, carga horária e pelo desprestígio das Forças Armadas, no futuro próximo Terão que aceitar todo tipo de gêneros e sem concursos.
FFAA rumo a Guarda nacional.
O que mais importa: vão tirar serviço e missões nas mesmas escala que os homens? Ou continuarão sendo tratadas como pedaços de carnes, por alguns (oficiais), apenas para servir de almoço?
Acredito que a maioria aqui não é contra, desde que façam as mesmas coisas, afinal o soldo é igual.
Praça nao tem altos estudos. E auxiliar de oficial não é oficial!
Praça não precisa estudar!
É mentira quem diz que estudou
Serei sub
Mas Meu Contracheque De QAO é oficial, e o seu não.
Só Lamento!
Na próxima encarnação vc tem outra oportunidade de estudar e prestar concurso público para Estabelecimentos de ensino e parar de tanta inveja e Ressentimentos.
Mas, não fique tiste não, Painho já vai te promover a Subtenente Sobrenatural.
Não existe Quadro Auxiliar dos Oficiais é Quadro Auxiliar de Oficiais. Auxiliar de Oficial é Graduado.
Se auxilia oficial, oficial não é.
Nao fez concurso para ser oficial.
É marmelada e bajulação
Auxiliar de oficial… auxilia o oficial, como sempre fez, foi auxiliar.
Sou QE, sou Lula, e ganharei tudo que tenho direito conforme a lei.
Pois a lei é vontade do povo.
Ja voce fique ai como um animal amestrado esperando migalhas cairem
Ainda bem heim !!! Só querem se dar bem, sobra para os homens sempre, os carregadores de pianos.
No passado, os Cmt e chefes fracos, não cobravam delas, como cobravam do segmento masculino, mesmas missões …
Uso Politico das forças.
Essa questao de colocar mulher nas forças e apenas p ganhar likes, votos, simpatia de pessoas que nao sabe nada de defesa.
O que mais chama a atencao e os semideuses nao se movimentarem, haja visto que existem ate estudos, etc.
Resumo: ta tudo dominado
Eu gostaria de saber o que esse “Sten com CHQAO” tem contra os companheiros QEs. Ele externa tanta raiva, provocação e ironia que parece que foi traído por algum QE. Esse espaço, acredito eu, é frequentado majoritariamente por militares; quase todos no mesmo barco, almejando um pouco de lugar ao sol. Em vez disso, esse cidadão não se cansa de espezinhar aqueles que, tbm acredito, que dedicaram a vida a serviço da Pátria. É um lamentável ser.
Também acho q o espaco aqui pode ser de fortalecimento e união pois já perdemos muito.
Estão falando tanto em mexer ‘previdencia’ militar, de modo que se isso acontecer não será para o bem, como nao o foi na MP 2215 e na lei 13954.
Depois de Sarney só foi perdas.
A criação do ministério da defesa por FHC foi péssimo, além das perdas de todos os direitos com a MP 2215.
O mito poderia ter corrigido tudo, mas não, só melhorou a vida dos generais e de alguns com aquele curso de babão.
A lei do mal tá aí 13954 apenas prejudicou a grande maioria. Precisamos de correcao e logo após reajuste, se possível igual ao dos civis.
Deveriam folgar os homens durante uns cinco anos e incorporar somente mulheres via Serviço Militar Obrigatório, não ia nem precisar adaptar as instalações.
Boa ideia! Hahahaha…se é pra afundar o “barco”, que se arranque logo a escotilha do casco/assoalho (os irmãos da Marinha de ajudem com a nomenclatura correta)…a água vai entrar mais rápido…
Observando os comentários neste blog sobre diversos assuntos, percebo um baixo nível de debate e divergências internas entre militares da mesma instituição. Penso que se esse mesmo grupo que Aspirava a ser o “Poder Moderador” para conduzir o destino do país substituindo o governo atual, isso é preocupante. Se não possuem competência para resolver problemas internos, como poderiam gerir os desafios do Brasil?