Mulheres no Exército: Tiros de Guerra iniciam formação feminina a partir de 2027

Mulheres nos Tiro de Guerra em 2027

Decisão pioneira beneficia pelo menos cinco municípios brasileiros e amplia a presença voluntária das mulheres no serviço militar inicial

Expansão da presença feminina no Exército

O Exército Brasileiro integrará turmas femininas em pelo menos cinco Tiros de Guerra (TG) do país a partir de 2027. Diante disso, o município de Londrina (PR) confirmou a participação no projeto pioneiro durante a celebração dos 80 anos do TG 05-003 no último sábado (05), ocasião em que o prefeito Tiago Amaral (PSD) anunciou a novidade. A informação é do portal tnonline.

Amparo legal e regras do alistamento

Nesse sentido, a iniciativa atende ao Decreto nº 12.154/2024 do Governo Federal, que autorizou o alistamento militar voluntário para mulheres. Como resultado dessa legislação, o regulamento permite o cadastro de jovens que completam 18 anos no ano da convocação. Além disso, o período de alistamento feminino coincide com o cronograma masculino, ocorrendo de janeiro a junho.

Estrutura e adequações nos municípios

Atualmente, as Forças Armadas avaliam a criação de turmas com 50 atiradoras por unidade militar. Da mesma forma, o Tiro de Guerra de Ribeirão Preto (SP) negocia a implantação da modalidade para 2027 e prevê a construção de alojamentos exclusivos para acomodar as voluntárias. Consulte as orientações completas para o alistamento no site do Ministério da Defesa.

Obrigações e duração do serviço

Por conseguinte, as voluntárias cumprem as diretrizes da Lei do Serviço Militar (Lei nº 4.375/64) após a incorporação oficial. Assim, o serviço militar inicial dura 12 meses, com possibilidade de prorrogação anual até o limite máximo de oito anos.

Transição e dados das Forças Armadas

Consequentemente, a presença de mulheres nas Forças Armadas superou a marca de 37 mil integrantes em 2025, o que representa 10% do efetivo total. Anteriormente, a inserção feminina ocorria predominantemente via concursos públicos desde 1982, concentrando-se nas áreas de saúde, ensino e logística. Portanto, o novo modelo voluntário consolida o plano de ampliação da diversidade nas Forças Armadas.

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