CIGS é destaque no The New York Times

Treinamento militar na selva ganha destaque no New York Times

Parte da “ambição brasileira de espalhar sua influência no mundo em desenvolvimento”, o Centro de Instrução de Guerra na Selva do Exército brasileiro ganhou destaque na capa do portal do jornal americano The New York Times nesta terça-feira.
O correspondente Simon Romero esteve na base de Marechal Rondon, e relata o difícil treinamento de nove semanas que forma militares de elite, prontos para atender aos interesses geopolíticos do país, segundo o texto. “Nem Rambo conseguiria terminar este curso”, diz um dos entrevistados.
A reportagem, de título “Da selva, o Brasil quer aumentar seu alcance”, diz que o treinamento é parte do objetivo do Brasil de expandir sua influência na região. Isso é demonstrado pelo fato de que o curso tem sido oferecido a militares de países como Senegal, Angola, Argentina, Guiana, Suriname e França, a fim de “elevar o perfil [do Brasil] do outro lado do Atlântico”. “Treinar uma força militar vai permitir ao Brasil afirmar sua soberania sobre a região amazônica”, diz, além de ajudar a envolver o país em forças da ONU em outros países, como ocorreu no Haiti.
Brazil no radar (Terra)/montedo.com

Respostas de 9

  1. Para o americano guerra na selva é coisa de exército primitivo. Sei disso, estive lá, eles riam dos vídeos institucionais, que a eles mostrava.

  2. Eles até podem achar a guerra na selva coisa de "primitivo". Mas isso não diminui o cacete bem dado que levaram no Vietnã. E nem faz com que deixem de, anualmente, nos mandarem alguns dos seus "marines" e "rangers" para realizarem o COS B. Como bem está escrito no CIGS, ali é onde "a onça aprende a beber água".

  3. Caro Amigo e colega 15 de maio de 2013 20:35, a guerra moderna nada tem a ver com o Vietnã. Com certeza um exército tecnológicamente superior não entraria em um confronto homem-a-homem em um território hostil(selva) sendo detentor de conhecimentos holísticos e teóricos (embora tenham levado a conhecida surra no país asiático, e tenham adquirido algum conhecimento). Sem dúvida eles empregariam seu vasto arsenal de drones(VANTS), artilharia NLOS,apaches, superior força aérea para cortar cadeias de suprimento e tomar pontos estratérgicos, ao invés de caçar um a um nossos valorosos porém não equipados a contento, guerreiros de selva, sofrendo pesadas baixas (não esqueça que até o GPS Garmim Etrex, no qual vc locou seis pontos pra ser admitido no COS, é tecnologia americana que detêm o controle dos satélites). Caso uma invasão homérica como essa acontecesse, nada mais restaria a nossos guerreiros de selva a não ser embrenhar-se na selva, deixando para trás armadilhas de cipó, servindo-se dos "fabulosos cachês" recheados de "nutritivas mixiras" rezando para não ter sua assinatura térmica corporal detectada a 5 KM de distância, por um Apache ou B52,o que lhe renderia uma morte brutal e precoçe por um míssil teleguiado ou uma rajada de projéteis 30mm. Temo que a onça beberia água poucas vezes.

  4. 15 de maio de 2013 20:35
    Não podemos esquecer que o vietnamita não estava só. URSS e China os estavam suprindo de armamento (inclusive sistems de radares e artilharia anti-aérea). "Só" por esse motivo deram o "cacete" nos EUA.

  5. Esse negócio de drone, teleguiaqdos, apaches, etc, custa caro. O americano tem medo das doenças tropicais e não tem resistência física. Ocupar o terreno vai mostrar os mesmos resultados de Iraque e Afeganistão. Isso custa dinheiro! Muito dinheiro e desgaste perante a opinião pública. A vitória militar está associada à aprovação da opinião pública. Para falar mal do curso, tem que se apresentar e conquistar a cara da onça.

  6. Curso do EB é só trote, só para testar a resistência física e a paciência. Doenças tropicais não têm cura ainda porque só pobre delas padece, em caso de uma ocupação grandes laboratórios iriam rápidamente encontrar cura e tratamentos. Dinheiro, eles têm de sobra amigo. finalizando, será que a opinião pública de um povo conquistado têm tanto valor assim? Pq o americano ainda nào saiu do Iraque?

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