Thaysa Gonçalves realiza o sonho de vestir a farda e homenageia o pai e o avô, que também serviram ao Exército.
Além disso, a solenidade reuniu mais de 400 soldados da Capital. O evento também marcou uma etapa importante para Thaysa, integrante da primeira turma do Serviço Militar Inicial Feminino do Exército em Campo Grande.
Tradição familiar influencia escolha pela carreira militar
Thaysa se alistou no ano passado. Desde então, ela decidiu seguir os passos do pai e do avô, que também serviram às Forças Armadas.
Assim que surgiu a oportunidade de ingressar no serviço militar, a jovem decidiu participar. Consequentemente, ela passou a integrar a primeira turma feminina de soldados do Exército na Capital.
“Meu pai e meu avô serviram. A partir do momento em que surgiu a oportunidade, eu falei: quero fazer parte disso.”
Além de seguir a tradição familiar, Thaysa pretende construir uma carreira dentro da instituição. Por isso, ela considera o ingresso no Exército apenas o começo de sua trajetória profissional.
“Quero crescer aqui dentro, construir meu futuro aqui dentro”, afirmou a soldado.
Juramento representa compromisso com o País
Durante a solenidade, Thaysa também destacou o significado do Juramento à Bandeira. Para ela, o compromisso simboliza responsabilidade, dedicação e disposição para servir ao país.
Além disso, a militar considera a cerimônia uma das etapas mais importantes de sua formação. Por isso, ela valorizou a formatura e as demais solenidades realizadas durante o período de instrução.
“É um compromisso que estou fazendo com meu País, pela pátria e, se preciso, até minha própria vida”, declarou.
Segundo Thaysa, o momento também representa o encerramento de uma etapa inicial. Ao mesmo tempo, a solenidade reforça o compromisso assumido com o Exército Brasileiro.
Soldado homenageia avô que morreu antes de vê-la fardada
A trajetória de Thaysa também envolve uma forte lembrança familiar. Seu avô, que também foi militar, morreu antes de acompanhar o ingresso da neta no Exército.
Mesmo assim, a jovem mantém viva a memória dele. Além disso, uma frase dita pela avó ganhou significado especial durante sua trajetória militar.
“O sonho do seu avô é te ver de farda”, contou a avó de Thaysa.
Por isso, a soldado afirma que pensa no avô e no pai durante cada etapa da formação. Dessa forma, a conquista ganhou um significado ainda maior para ela.
“Cada momento que passo aqui é por ele, é pelo meu pai, é por mim.”
Além disso, Thaysa considera que a conquista reúne três sonhos. Primeiro, o desejo pessoal de seguir a carreira militar. Depois, a vontade de honrar o pai. Finalmente, a homenagem à memória do avô.
“Além de ser o meu sonho, também é o sonho deles”, afirmou a recruta, emocionada.
Pai acompanha a conquista da filha
O pai de Thaysa, Edenilson Vieira de Arruda, acompanhou a cerimônia. Militar aposentado, ele demonstrou orgulho ao ver a filha seguir uma tradição mantida por diferentes gerações da família.
Segundo Edenilson, Thaysa já demonstrava interesse pela carreira militar durante a infância e a adolescência. Agora, portanto, ele acompanha a realização de um objetivo que a filha cultivou desde a escola.
“Meu avô foi militar, meu pai foi militar, eu fui militar. É gratificante para a gente”, afirmou.
Além disso, o pai destacou a importância da conquista para toda a família. Afinal, Thaysa decidiu seguir uma profissão que já fazia parte da história familiar.
Mãe destaca oportunidade para mulheres
A mãe, Gabriela Gonçalves Vieira, também acompanhou a solenidade. Emocionada, ela contou que participou de todas as formaturas da filha desde o ingresso no serviço militar.
“Eu fico feliz por ela estar realizando essa vontade dela”, afirmou Gabriela.
Ao mesmo tempo, a mãe destacou a importância da abertura do Serviço Militar Inicial Feminino. Segundo ela, a nova oportunidade permitiu que Thaysa realizasse o sonho de vestir a farda.
Além disso, Gabriela ressaltou que a filha segue os passos do pai e dos avôs. Dessa maneira, a entrada de Thaysa no Exército também representa a continuidade de uma história familiar.
Primeira turma feminina marca nova etapa
Assim, o Juramento à Bandeira reuniu tradição familiar e uma nova etapa do serviço militar feminino. Thaysa passou a integrar um grupo que representa a ampliação da participação das mulheres nas fileiras do Exército.
Por fim, a cerimônia no Forte Pantanal marcou não apenas o compromisso da jovem com a instituição. Também simbolizou a realização de um sonho compartilhado por três gerações da família.
Fonte: Jornal Midiamax, reportagem de Pietra Dorneles.
Saiba mais
Para acompanhar informações oficiais sobre a instituição, consulte o
Exército Brasileiro.
Além disso, informações sobre a atuação militar na região estão disponíveis no
Comando Militar do Oeste.
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Respostas de 4
Essa historinha é de fazer inveja aos pais que veem seus filhos se formando PF, PRF, Auditor fiscal, policial Penal federal kkkkkk.
E ei aqui SubOficial fazendo UBER num tremendo domingão de sol, na cidade do sol.
Verdade… historinha bonita não paga boletos… muito menos aluguel em capitais… ninguém vive de vibração e embuste… as praças no geral sobrevivem com o salário obtido fora do expediente… fazendo bico de uber… entregador da Shopee/ mercado livre e corretor de imóveis… muitos como bem disse o colega acima… estão estudando para concurso onde não é preciso se preocupar com salários estagnados… querem trabalhar para instituições que possuem líderes e profissionais qualificados que pesam coletivamente… Vida que segue…
Digo… pensam coletivamente…
Vivemos tempos em que a instituição Exército está mais preocupada em melhorar a imagem… por meio de lacração… do que pensar em seus recursos humanos em geral… é mais interessante postar promoção de mulheres e minorias… do que corres atrás de salários dignos para todos… melhores condições de trabalho e aparelhar as unidades visando a real atividade fim da instituição… há uma necessidade sem precedentes de publicar: primeira generala mulher do EB… primeiro general negro do EB… primeira incorporação feminina… primeira indígena oficial… como se fosse algo surreal em uma sociedade miscigenada como a brasileira… o que deveria ser feito a respeito… era ter pedido desculpas pela demora em aceitar as chamadas minorias…