Ministro do STF condiciona matrícula ao cumprimento das regras prisionais e autoriza participação em programa de remição de pena por leitura.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o tenente-coronel Guilherme Marques Almeida a cursar uma pós-graduação em Teologia e a participar de um programa de remição de pena por leitura.
Moraes condicionou a matrícula ao cumprimento integral das normas da unidade prisional. O Batalhão de Polícia do Exército de Brasília informou ao STF que possui estrutura adequada para acompanhar o apenado durante a realização das aulas.
O curso será oferecido na modalidade de ensino a distância (EAD), com carga horária de 360 horas e duração de seis meses.
Remição de pena por leitura
Além do curso, o ministro autorizou a participação de Almeida no programa de remição de pena pela leitura, conforme a Resolução nº 391/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Pelas regras, o condenado terá entre 21 e 30 dias para ler cada obra disponível na biblioteca prisional e até dez dias para entregar um relatório de leitura. Uma comissão do Comando Militar do Planalto avaliará os trabalhos.
Cada livro aprovado garantirá a remição de quatro dias de pena, com limite de até doze obras por ano.
Parecer favorável da PGR
Antes da decisão, a Procuradoria-Geral da República se manifestou de forma favorável aos dois pedidos, desde que todos os procedimentos legais fossem rigorosamente observados.
Condenação e cumprimento da pena
Guilherme Marques Almeida é tenente-coronel do Exército Brasileiro e foi condenado pela Primeira Turma do STF a 13 anos e seis meses de prisão. O colegiado o considerou integrante do chamado “núcleo quatro” da trama golpista, acusado de espalhar desinformação sobre as urnas eletrônicas e de atuar para enfraquecer a confiança nas instituições democráticas após as eleições de 2022.
Em dezembro, Almeida se apresentou à Polícia Federal no aeroporto de Goiânia para iniciar o cumprimento de prisão domiciliar, quando passou a usar tornozeleira eletrônica. Após o trânsito em julgado da ação penal, ele passou ao regime fechado e soma, até a data da decisão, 175 dias de pena cumpridos.
Respostas de 6
Agora vai virar pastor. Esse pessaol está se saindo bem pior do que eu esperava.
que humilhação. Mas esses oficiais merecem…
que esses livros não sejam os da biblioteca do EB.
não vai desmaiar, hein!!!
kkkkkkk
Quem sabe, agora espirituoso, não desmaia mais.
Isso é normal nas forças Armadas… Fez MERDA… Fez caquinha… É só cursar teologia… Virar pastor e chamar os supervisores de irmão… Vida que segue… Paz do senhor… 🙌🙌🙌…
Militares parciais, alterados, muitos alcoólatras, metidos em jogatinas, agressores de mulheres, envolvidos com drogas, crimes de trânsito entre outros, sempre com a convivência e inércia de alguns comandantes, depois de muita besteira dentro e fora da caserna, viram evangélicos e muitos, pasmem, viram pastores. Hipocrisia castrense.
Verdade… Não me obriguem a citar nomes e CPFs… Entendedores… Entenderão… 😂😂😂🤣🤣🤣…