Promotora confronta militares durante blitz do Exército no Acre e dispara: “Você não é autoridade” (vídeo)

Promotora xinga militar durante abordagem no Acre (Imagem meramente ilustrativa, gerada por IA)

Abordagem ocorreu durante a Operação Ágata 2026, em área de fronteira; vídeo mostra promotora exaltada ao questionar legalidade da ação militar.


Abordagem em região de fronteira gera tensão

Uma abordagem do Exército Brasileiro em uma estrada rural do Acre terminou em discussão após a reação exaltada de uma promotora de Justiça. O episódio ocorreu no Ramal Novo Horizonte, zona rural de Plácido de Castro, na noite de 30 de abril, durante a Operação Ágata 2026.

O veículo da promotora Patrícia Paula, do Ministério Público do Acre (MP-AC), foi parado por militares por volta das 22h40. No entanto, logo depois, a situação evoluiu para um embate verbal registrado em vídeo.

“Você não é autoridade”, diz promotora a militar

Nas imagens, que circularam nas redes sociais, a promotora questiona repetidamente a legalidade da ação e cobra explicações sobre quem teria determinado o bloqueio. Além disso, afirma que os militares não teriam preparo nem autorização para realizar a abordagem.

Enquanto um policial tenta explicar o objetivo da operação, um militar do Exército se apresenta como responsável pela ação. Contudo, antes que consiga concluir, é interrompido de forma ríspida.

“Estou falando com autoridade. Você não é autoridade. Você não é autoridade”, afirma a promotora, em tom elevado, intensificando o clima de tensão no local.

Operação era nacional e legal, diz coordenação

Diante da repercussão, o Grupo Especial de Operações em Fronteira (Gefron) informou que o bloqueio fazia parte de uma operação nacional, devidamente autorizada e amparada pela legislação vigente.

Segundo o coordenador do Gefron, coronel Assis dos Santos, a Operação Ágata 2026 tem como foco o combate a crimes transfronteiriços e ambientais na Amazônia. Por isso, a presença militar na região foi reforçada.

Além disso, ele destacou que o local estava devidamente sinalizado, com cones e viaturas do Exército, o que caracterizaria a legalidade do bloqueio.

Equipe tentou mediar o conflito

Conforme o Gefron, uma equipe que atuava em outra frente da Operação Protetor das Divisas e Fronteiras se deparou com a situação e foi acionada para tentar mediar o conflito.

Ainda assim, segundo o relato oficial, a promotora permaneceu nervosa, questionando o motivo da abordagem e a escolha do ponto de fiscalização. As tentativas de esclarecimento, contudo, não tiveram êxito naquele momento.

Veículo foi liberado após verificação

Após a apresentação da carteira funcional do MP-AC, os agentes realizaram a revista na carroceria da caminhonete e, em seguida, liberaram a promotora para seguir viagem.

O Ministério Público informou posteriormente que Patrícia Paula está de licença médica e fora do exercício das funções. Até o fechamento desta matéria, ela não havia se manifestado publicamente sobre o ocorrido.

Exército tem poder de polícia na fronteira

Por fim, o Gefron ressaltou que o Exército possui poder de polícia em regiões de fronteira, conforme previsto na Lei Complementar nº 97/1999, atualizada em 2004 e 2010.

Na prática, isso permite que os militares realizem abordagens, vistorias, patrulhamento e prisões em flagrante, especialmente no combate a crimes como tráfico de drogas, contrabando, tráfico de armas e delitos ambientais.

Confira o vídeo do g1

Respostas de 46

  1. Cagou para o Cel da PM e disse: Estou falando com autoridade, olhando para o soldado PM armado com um fuzil e a socar vagabundos por fatos muito menos que esse … kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
    PM é PM autoridade. ponto final.
    A mulher de licença médica por arrumar tanto B.O….kkkkkk

    1. caso fosse comigo estender o dedo para mim estaria presa na hora, está em licença fora de suas atribuiçõs legais para chamar a atenção de quem quer que seja.

  2. Promotora em estrada rural 22:40 da noite de licença médica? Divisa com a Bolívia? Enchendo o saco por causa de bloqueio? Era dia e hora de passar muito Playstatiomm na área do PBCE.

  3. E ai !!! Vai ficar por isso mesmo ???
    Ela fala o que quer e não sera processada pela Assessoria Jurídica do EB ?
    Entao tudo é brincadeirinha ???
    Pra que esse desperdicio de tempo e dinheiro público?
    Vergonha.

  4. Aqui é o exército falando, obrigado rataria, obrigado golpe tabajara de 8 janeiro 2023, obrigado generais do “exército” de bolsonaro, vocês colocaram o exército brasileiro no seu devido lugar perante a sociedade brasileira😂😂😂😂😂contém ironias, sarcasmo e tudo mais, agora vou comentar do g1….

  5. Nos dias atuais até cachorro caga na cabeça de militares. Tenho vergonha de um dia dizer que usei farda. A imagem do exército brasileiro foi jogada na lata do lixo da nesfasta política brasileira.

  6. MajCav nao briga com ninguem! Acho desnecessario revistar carro de autoridade, a nao ser q seja algo muiiito suspeito, acredito que a mulher tenha um sitio na regiao. Via de regra militar gosta de ser acochambrado na pista mas nao tem flexibilidade quando esta Em missao. Quantas vezes policiais me liberaram so por eu falar q sou militar, muitas vezes nao pedem nem a funcional, acreditam na palavra. Ja que escalou, ficou feio pra ela, dispensado medico nao e bem visto em lugar nenhum, ja devem estar de olho nela, depois deste escandalo ainda, provavelmente ela vai ter q se explicar la no MP. Por fim, ela tbem nao manda porra nenhuma! 😂😂😂

    1. Eu costumava liberar agentes de segurança publica assim que eles se identificavam mas nao sabemos neste caso aí, se deu tempo de conversarem ou ela ja chegou dando cateirada

      1. Concordo! Mas e a Excessão e nao a regra. Via de regra, as pessoas sao honestas, e as desonestas, geralmente sao descobertas em Investigações, dificilmente na “tentariva e erro” nessas revistas esporadicas de veiculos nas agatas da vida. Por isso no inicio da abordagem, conversando, vc consegue verificar se ha a necessidade de aprofundar a revista. Por isso o termo “fundada suspeita”. Mas vai de cada um, eu sempre usei o bom senso e sempre deu certo! Com a relacao a suposyo crime cometido pela promotora, Estão equivocados, no video nao Há nada que sustentasse um flagrante, eu se fosse o cmt nao lavraria o flagrante, caso o pica fumo cometesse o equivoco de prender a mulher! Ela so foi escandalosa, o melhor remedio e este mesmo, filmar e queimar!

        1. MajCav, só a autoridade policial (Delegado de Polícia) lavra auto de prisão em Flagrante. Você poderia, no máxima, prendê-la por crime em flagrante e a Conduzir para autoridade policial decidir pelo relaxamento ou não.

    2. MajCav, faço meu o seu comentário. Também já fui dispensado muitas vezes de revistas. A questão é que falta bom senso, em alguns militares, que acha porque o general autorizou vou cumprir. Essa promotora está afastada por problemas psicológicos graves. Na verdade, piora a situação, porém os camaradas poderiam ter se livrado de se envolver no problema.

    3. Majcav Fake! Que não é Maj, mas um praça se passando por Oficial! Ela é ” PROMOTORA” não oficial de ” amae” que passa fome é que dar uma de rico.

  7. a promotora está totalmente errada, além de tudo ;e burra, nao conhece a lei. Deveria ter sido presa no ato, quero ver se vao levar o caso pra frente. Agora , que as FFAA estao totalmente desmoralizadas.

    1. Na cidade que nasci e cresci em volta do quartel na parte externa anos e anos era o meio fio pintado de amarelo. estacionava somente o pessoal do quartel. Quem não fosse militar a guarda mandava retirar. Cara estes dias fui visitar meus velhos e passei no lugar, terminaram com o estacionamento, ficou para população geral. Até o militar pode estacionar mas tem que chegar bem cedo o Quartel é no Centrão da cidade e muitos Comércios. A casa do general tinha uma placa em toda quadra proibido estacionar, já era tudo área comum da população. Cara não é momento para exposição e discussão, as Forças Armadas perderam a “força”.

  8. Curioso uma promotora de justiça não saber de uma informação tão básica: FAA exercem funções de polícia na região de fronteira…inclusive, Esse chilique dela soa bem estranho. Aliás, Se eu fosse o milico que ela desacatou/desacreditou autoridade, procuraria um advogado e ajuizaria uma ação….mesmo que não de em nada, tem materialidade para, no mínimo, ela responder um inquérito….

      1. segundo consta na matéria, o veículo foi liberado após revista na carroceria. A pergunta que fica é : se revistaram o veículo, não acharam nada, qual a necessidade dela fazer esse banzé no meio de uma estrada rural ?

        1. Sim, li esta parte, mas Quem sabe não tenham feito a revista direito. Nem sempre o objeto ilegal está às vistas, podendo estar escondido em fundos falsos ou locais inusitados. Outro dia pegaram um coronel da PM RO com um monte de canetas emagrecedoras, ou seja, cargo público de prestígio não isenta a pessoa de ser mau caráter.

  9. Defintivamente o maior principio do ordenamento jurídico parece ser o principio da relativização pela conveniência.
    A ninguém é permitido descumprir a lei (num país civilizado) muito menos a promotor público que têm a razão de existir justamente por ser o fiscal da lei.
    Sé se desilude quem se ilude!

  10. É necessário decretar operação GLO permanente em todos os estados que fazem fronteira. Mas o presidente não gosta dessa operação.

  11. Exercito de Lula, é igual o governo lula, uma farandula. Acho que ela e promotora de vendas. não sabe nem o ordenamento jurídico do Brasil. Conselho nacional do Ministerio publico nela.

  12. Com a redemocratização, as FA, envergonhadas e desesperadas pela aceitação pública, passaram aos poucos a relativizar e mesmo eliminar o seu poder de “força armada”, de corporação armada para a guerra.

    Passaram a priorizar atividades-meio e a se apresentar à sociedade como alguém inofensivo. Armas? Somente para formaturas.

    Assim, foi-se desconstruindo o potencial da força que deve ser intrínseco a essas organizações.

    Resultado: nenhum cidadão respeita as FA. Somente o pessoal mais velho, que alcançou lá atrás o uso da força potencial é que ainda as respeita, embora de uma forma saudosista e idiossincrática. Exclui-se, a parcela ínfima da sociedade que recebe títulos, medalhas e comendas. Esses, por óbvio, ainda respeitam as FA.

    Um exemplo: no mês de março, um pelotão de recrutas estava treinando para a formatura de incorporação em frente ao quartel. Um grupo de adolescentes que passavam naquele momento começaram a vaiar e a zombar dos recrutas.

    Essa falta de respeito a uma tropa militar é consequência da desconstrução dessa tropa como força armada detentora de força potencial. Ou seja, aqueles adolescentes sabiam que não aconteceria nada com eles.

    Vejam as polícias militares. Elas sempre conservaram a sua natureza de detentora de uma força em potencial. Quem desrespeita, desacata policiais, é de imediato abordado e levado à delegacia. Em hipótese nenhuma um grupo de adolescentes vaiaria um pelotão de recrutas policiais em treinamebro na frente do batalhão de polícia.

    As Forças Armadas somente inspiram respeito pela sua força em potencial, não pelo uniforme, viaturas, ordem-unida, armas em exposição, etc.

    Se ainda alguém não acredita nisso, dou outro exemplo: já passei em diversas ocasiões por viaturas da polícia militar atrapalhando a via pública por estar quebrada. Não vi nenhum motorista reclamando ou buzinando.

    Já com as viaturas das FA é comum buzinarem e reclamarem nessas mesmas situações. Ou se dirigirem ao motorista militar e ocupantes com palavrões e até ameaças.

    Em suma, as FA brasileiras vem há quase 40 anos sendo desconstruidas como fA pelos seus próprios líderes em prol da popularidade, da “credibilidade”, dos famigerados índices de “confiança”.

    FA não deveriam sair dos quarteis para atividades alheias. Devem estar nos quarteis em preparo constante. E não deveriam ter medo de sua força, como se estivessem a todo momento pedindo desculpas por empregarem armas.

    Pintar meio-fio e cortar a grama da praça municipal; “caçar” mosquito; recolher o lixo da praia; levar a banda marcial para tocar no shopping; entregar diplomas e medalhas a políticos; convidar políticos para almoçar no quartel; entre outras, são exemplos de situações que desconstroem as nossas FA.

    Infelizmente.

    Deus nos livre de uma guerra!

  13. Promotor de público se acha que é Deus também né mas ele sabe quando as forças armadas está em Missão em trabalho em Fronteira recebe ordem e é autoridade deveria se pôr no seu lugar pois quem estava falando com ela também autoridade na minha volta a confusão estava feita e ia para tudo no judiciário

  14. Exército perdeu a credibilidade, ninguém acredita, ninguém Respeita mais, desde generais sendo preso e um comandante convivente

  15. Dois cenários analisados pela IA:

    No cenário em que ela **é realmente promotora**, a análise gira em torno do **conflito de prerrogativas e ética funcional**. Embora o Ministério Público tenha autonomia, seus membros devem respeito às normas de conduta e não podem usar o cargo para impedir o exercício legítimo do poder de polícia ou das Forças Armadas em operações de fronteira. Juridicamente, a conduta pode ser enquadrada como **abuso de autoridade** (uso do cargo para intimidar ou obter vantagem), **desacato** (pelo tom e termos usados contra os agentes) e infração disciplinar gravíssima perante a Corregedoria do MP, uma vez que o promotor deve zelar pela lei e não se colocar acima dela.

    No cenário em que ela **não é promotora**, a situação migra para o campo das **fraudes contra a fé pública e a administração**. Ao afirmar falsamente ocupar um cargo de tamanha relevância para constranger militares, ela comete o crime de **falsa identidade** e, se praticou qualquer ato simulando poder de decisão, também o de **usurpação de função pública**. Nesse caso, a gravidade do **desacato** é acentuada pela tentativa de fraude, e a ausência de foro por prerrogativa de função permitiria uma prisão em flagrante imediata e o processamento pela justiça comum, sem o auxílio das proteções institucionais que um membro real do Ministério Público possui.

  16. o que causou erosão na imagem das FFAA, foi o divórcio entre povo e soldado. Hoje esse tipo de narrativa não prospera pois todos sabem da verdade quando o Exercito prendeu idosos, mulheres….através de um ardil que culminou em uma perfídia. Tanto isso é verdade que ninguém mais quer ser militar pois sentem vergonha dessa instituição

  17. Kkkkkkkkkkk
    Todos sabem que nao mandamos em nada
    Morremos de medo de tudo
    Corone da akadmia nao é autoridade aos olhos da autoridade.
    O soldado da PM é.

    Que humilhação, que fase. E como se todos tivessem descoberto que isso é tudo mentira, formatura garbosa, padrão de ordem unida e pintura de meio fio.

    Coroné passa a vida inteita atemorizando soldadinhos com o rde.

    Ngm respeita. Ngm.
    Eles descobriram o que somente nós sabiamos… pois sempre estamos aquartelados fazendo formatura faxina e guarda.

    Ai o coroné se achava autoridade pq recebe todo dia a continência da guarda (ja pararam para calcular quanto essa pompa custa?).

    Ai vem a real autoridade, com garantias institucionais, carreira juridica, poder da caneta e manda uma dessas.

    A tia nao tem guarda em forma. Ela é.
    A constituiçao que dá o status da carreira dela.

    É tudo uma farsa…. E as pessoas descobriram.

    DEIXE DE FROXURA E COMANDE SUA TROPA

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