Pré-candidato do PL afirma que pretende prestigiar as Forças Armadas sem repetir a presença maciça de generais no primeiro escalão, marca da gestão do pai.
O senador Flávio Bolsonaro tem afirmado a aliados que, caso seja eleito presidente da República, não pretende nomear militares para cargos no governo. A posição vem acompanhada de uma frase que ele costuma repetir nos bastidores: “lugar de militar é no quartel”. A informação é de Diego Amorim, do Platô BR.
Segundo interlocutores, o pré-candidato do PL diz que vai “prestigiar” as Forças Armadas, mas sem incorporá-las à estrutura política do Executivo. A avaliação é de que a separação entre a atuação militar e a gestão governamental é essencial para evitar desgastes institucionais.
Flávio também relata que, durante o mandato do pai, Jair Bolsonaro, chegou a aconselhá-lo de que a mistura entre política e militares não daria certo. A gestão do ex-presidente foi marcada pela presença de generais e oficiais da ativa e da reserva em postos estratégicos do primeiro escalão.
Respostas de 37
Esse aí é o cocô do cavalo do último bandido… não serve para nada. Caso esse ganhe, o Brasil vai virar de cabeça para baixo.
E o Luladrao, seu bandido predileto , é o coco do cavalo, do bandido, de toda a gangue ……nao vale um triplex
Toma bando de puxa sacos… Ficam escutando e lambendo os pés dessa família das Trevas… O resultado está aí… Pelo menos nisso eu concordo com esse projeto mal acabado de miliciano… Lugar de militares é no quartel… Vida que segue… Se esse excremento humano for eleito… São mais 4 anos em branco para as praças das três Forças… Vida que segue…
E o teu projeto de ditador… Não vale as jóias que Bolsotrevas roubou… Bandido por bandido… Não vejo diferença… O Brasil está igual a piada do cidadão que entra no ônibus e diz: desse lado só tem ladrão… E desse lado só tem miliciano… Ai um cidadão levanta e diz: eu não sou ladrão… Então passa para o lado de lá… É cada cidadão escolhendo um bandido para chamar de seu… Esse é o Brasil atualmente da polarização política… Vida que segue…
Se esse sujeito ganhar, será um tapa na cara da moralidade.
Está envolvido com milicianos (condecorou o maior miliciano do RJ e empregou sua família); há fortes indícios de que o usou dinheiro público de seus assessores para sevir a si próprio ( a chamada rachadinha); que tentou esconder a origem do dinheiro ilícito recebido usando como fachada uma franquia de vendas de chocolates (lavagem de dinheiro); que comprou a sua casa de luxo com ajuda do BRB, a juros baixos, quando não tinha renda para comprá-la; grande parte de seus indicados para cargos políticos estão presos ou envolvidos em casos de corrupção (como nos Rioprevidência, governo do RJ e BRB).
Ele não sabe, mas fará um grande favor aos militares de não indicar ninguém, pois teremos menos militares na cadeia.
Teus bandidos de estimação que agora estão no poder nao dá um piu né…tapa na cara na cara da moralidade é a criação de um 01 imposto por mes na média durante esse desgoverno no lombo do trabalhador mas disso aí tu nao fala. Tapa na cara da moralidade são os 1.5 bi gastos no cartão corporativo, tudo sob sigilo. Na boa cara…faz de conta que vai pro banheiro e some
O filho do Lula não está envolvido no Escândalo do INSS, acorda pra vida
Confere. Mostre as provas.
Muitos pontos levantados contra Flávio Bolsonaro já foram investigados, mas é importante separar acusações de fatos comprovados. Ele nunca foi condenado por envolvimento com milicianos, apesar de críticas por homenagens feitas a pessoas que depois foram acusadas. O caso da chamada “rachadinha” foi anulado pelo STJ e considerado prescrito, sem julgamento de mérito. A loja de chocolates também foi investigada, mas o processo foi arquivado. A compra da mansão em Brasília foi feita dentro das regras do banco, que declarou não haver irregularidade. Quanto às indicações políticas, o fato de alguns aliados terem sido investigados não significa responsabilidade direta dele.
Em resumo: existem suspeitas e polêmicas, mas juridicamente não há condenação contra Flávio Bolsonaro. Portanto, afirmar que ele “está envolvido” ou “usou dinheiro ilícito” é uma interpretação política, não um fato comprovado.
ou seja, suas conclusoes são piores que agua de salsicha !!
Vamos lá, as minhas conclusões são aquilo que você quiser que seja, sirva-se.
Meu amigo, você confundiu muito. Existe o que é fato, o que ocorreu, com aquilo que é processo judicial. A nossa CF é garantista dos direitos e os processos judiciais seguem essa linha, são basados em filigranas estéticos, que, uma vez violados, anulam o processo e muitas vezes a reparação leva anos até que…é prescrito.
Os crimes de colarinho branco no Brasil são difíceis de condenar alguém por esse motivo. Os advogados caros sabem disso e usam como recurso para defender os seus clientes, simples assim.
O que eu falei, repare nos verbos que usei, “Condecorou” e que “há fortes indícios” sobre os fatos existentes.
Você quer falar de processo judicial e seu filigranas que defendem bandidos, ok, vai fundo garoto, o problema é seu, mas saiba que a MORALIDADE não tem essa relação direta com andamento de processos judiciais, que são baseados em detalhes para livrar pessoas ricas e poderosas.
O fato é o fato, se foi processado ou Não, pode mudar o efeito legal, mas a mORALMENTE, lamento por você, nada muda.
Volto a concluir para você, o militar que se envolver com o Presidente Flávio Bolsonaro vais se dar mal.
Você está confundindo duas coisas diferentes: fato e processo judicial. No Brasil, sim, crimes de colarinho branco são difíceis de condenar, mas isso não significa que qualquer acusação vira verdade automática. O que existe contra Flávio Bolsonaro são investigações e suspeitas, mas nenhuma condenação definitiva. Dizer que “condecorou” ou que “há fortes indícios” não é o mesmo que provar crime.
Além disso, misturar “moralidade” com “processo judicial” é um argumento pobre. Moralidade é subjetiva, varia conforme opinião pessoal. O que vale para a sociedade é o que está nos autos e nas decisões judiciais. Se não houve condenação, juridicamente não há crime.
Mais uma vez você está completamente errado.
Eu só me norteio com fatos, se eu falo de indícios é para minha autodefesa e não dizerem que estou imputando crimes sem a condenação legal.
As provas existem, são 5 relatórios do Coaf incontestáveis, estão corretíssimos. O que eles dizem?
O primeiro relatório (RIF nº 27.746, de 2018), considerado “espontâneo” pelo Coaf, detectou R$ 1,2 milhão em movimentações atípicas na conta de Fabrício Queiroz entre 2014 e 2018. Isso incluía depósitos fracionados (muitos em dinheiro vivo), saques e repasses para assessores do gabinete de Flávio na Alerj — o que o MP-RJ interpretou como esquema de rachadinha.
Relatórios posteriores detalharam mais: depósitos fracionados na loja de chocolates de Flávio (mais de 1.500 depósitos em espécie), movimentações de outros assessores e indícios de lavagem.
Esses dados financeiros são reais e foram gerados pelo sistema de inteligência financeira do Coaf/UIF (hoje Unidade de Inteligência Financeira). Ninguém contestou a veracidade dos números bancários em si.
agora vem as filigranas que você se apega para defender o seu bandido de estimação:
O STF e o STJ decidiram que:
O primeiro relatório foi mantido como válido (foi espontâneo do Coaf).
Os quatro relatórios posteriores foram anulados porque foram produzidos a pedido do MP-RJ de forma irregular: configuraram “investigação prospectiva” ou “pesca probatória” sem prévia autorização judicial ou sem o procedimento correto definido pelo próprio STF em precedentes sobre compartilhamento de dados sigilosos (Tema 990 da repercussão geral).
Aplicou-se a teoria da árvore dos frutos envenenados (provas derivadas de uma irregularidade inicial são contaminadas). Como os relatórios posteriores foram considerados obtidos em desacordo com as balizas do STF, todas as provas derivadas deles (quebras de sigilo posteriores, denúncia etc.) também caíram.
O STJ, em 2021, também anulou decisões do juiz de 1ª instância por incompetência (foro privilegiado na época) e falta de fundamentação em algumas quebras de sigilo
Fatos (provas) existem aos montes, se não foram processadas judicialmente e consideradas como válidas, não mudaram os fatos.
Como os fatos são a verdade absoluta, lamento, mas a minha opinião sobre ele não ficou no campo abstrato. O sujeito não vale nada, só para resumir.
Pura verdade… 👏👏👏…
Onde eu assino meu requerimento de passagem para reserva voluntária remunerada, estou cansado demais dessa punhta política.
Um princípio não cumprido por nossos oficiais generais e que é a causa de muitas de nossas mazelas.
A esquerda sempre odiou os militares. A direita alternada simpatia e indiferença.
Agora somos unanimidade: ninguém nos entende e/ou defende.
Estamos órfãos e passaremos por muitas privações.
Segue história do princípio descumprido:
Ultrapassar o Rubicão” (ou “cruzar o Rubicão”) é uma expressão idiomática que significa assumir um compromisso irreversível, passar por um ponto sem retorno ou tomar uma decisão arriscada da qual não se pode voltar atrás.
Origem Histórica (49 a.C.)
• O Fato: Em 10 de janeiro de 49 a.C., o general romano Júlio César atravessou o pequeno rio Rubicão, que marcava a fronteira entre a província da Gália Cisalpina e a Itália.
• A Ilegalidade: Na época, as leis de Roma proibiam estritamente que generais cruzassem esse limite com exércitos, sob pena de guerra civil.
• O Impacto: Ao cruzar o rio com sua 13ª Legião, César desafiou o Senado, iniciando uma guerra civil que acabaria com a República Romana e o tornaria ditador vitalício.
• A Frase: Atribui-se a Júlio César a frase “Alea iacta est” (“A sorte está lançada”) ao realizar a travessia, indicando que a decisão foi tomada e as consequências eram inevitáveis.
Hoje, a expressão é amplamente usada em contextos políticos, esportivos e sociais para descrever um momento decisivo e de alto risco.
Nos termos da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, art. 142 e da Lei nº 6.880/1980, Art. 1º, 2º, 3º e 4º, são considerados militares os membros das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica), constituindo uma categoria especial de servidores da Pátria, abrangendo tanto os que se encontram na ativa — como os militares de carreira, os temporários, os alunos em formação, os reservistas convocados e os cidadãos mobilizados em caso de guerra — quanto os que estão na inatividade, incluindo os da reserva remunerada e os reformados, permanecendo todos submetidos a um regime jurídico próprio, baseado na hierarquia e na disciplina, sendo que os civis somente adquirem a condição de militar quando efetivamente convocados ou mobilizados para o serviço nas Forças Armadas.
Em resumo, os militares são aqueles da ativa, da reserva remunerada e os reformados; entretanto, isso não significa que todos devam estar no quartel, nem que estejam automaticamente impedidos de exercer atividade política por serem “obrigados a ficarem nos Quartéis”, conforme mencionado em declarações de Flávio Bolsonaro.
Aquele QAO adjunto de comando saiu em todas as midias,magrão de cavalaria o que ta fazendo na ativa aquele cara da ESA 93
Hummmm… Esse bando… Digo turma de 1993… É uma turminha fuleira… As más línguas dizem que muitos fazem até ursinho de pelúcia com a boca… Turminha fuleira…
Kkkk se engana muito quem acha que Flávio Bolsonaro será caridoso com os militares. Aposto que será um revanchista, acusando as Fracas Armadas de não defender o pai. Viramos, há muito tempo, o cocô do cavalo do funcionalismo público. Se acham o Lula ruim, esperem pelo Bolsonaro paz e amor eleito.
Flávio Bolsonaro 22 Presidente
Puxa saco subserviente detectado!!!
eu ja acho que essa colocação do Flávio é um erro, tem militar ótimos assim como tem políticos péssimos. Somente vou votar no Flavio pelo MITO.
Mais um puxa saco subserviente detectado!!!
E você é um comunista detectado!
Esse não têm preparo nem um, para ser presidente do Grande Brasil, vai ser igual ao Boso, manipulado e só vai fazer cagadas igual ao Pai.
Ele deve levar os militares do alto estamentos para casa , o casarão de mais de 30 milhões que comprou em área nobre de Brasília.
Não voto nos 9 dedos e nem nesse despreparo, que não fez nada pelo País, durante o Seu mandato.
Nem um projeto de País, dia inteiro na internet e whatsapp, fofoquinha e briguinha, puro mimimi, fica totalmente errado tal atitude.
Votar no Cabo Daciolo pra dar um jeito no país e, se Deus quiser olhar pelos militares praças/graduados das forças armadas, Genebras estão com bolsos estufados.
Hierarquia, disciplina e LEALDADE , a nova base dos militares.
Certíssimo
Se como está já tem um grande êxodo nas FFAA, imagine o Flávio Bolsonaro fazendo o que pretende!
ele caso eleito, terá que chegar junto com os militares em geral, ou, o êxodo se intensificará, tanto entre os Oficiais quanto entre os Praças Graduados, e isto enfraquecerá a soberania do nosso País!
Portanto, ele precisará estar fechado com os militares.
Os salários já não são mais um atrativo e, sem muitos direitos como tem os civis, a probabilidade de um êxodo aumentar gradativamente são grandes!
O próximo Presidente seja qual for, vai ter que ter um jogo de cintura para não permitir que a soberania do Brasil venha a ser abalada, se já não está!
Quanto não haver militares no Governo, já acho uma boa ideia, uma vez que, nada Propõem em beneficio dos militares mesmo!