A coronel médica Cláudia Lima Gusmão Cacho, proposta para promoção a general, passa a integrar o generalato ao lado do marido, general de divisão Jorge Augusto Ribeiro Cacho, em marco inédito no Exército Brasileiro.
A coronel médica Cláudia Lima Gusmão Cacho foi indicada pelo Alto-Comando do Exército Brasileiro para promoção ao generalato, tornando-se a primeira mulher na história da Força a alcançar o posto de oficial-general.
Natural de Recife (PE), onde nasceu em 25 de janeiro de 1969, incorporou às fileiras do Exército em 30 de janeiro de 1996 como oficial temporária no 42º Batalhão de Infantaria Motorizado, em Goiânia (GO). Posteriormente, foi aprovada no concurso da Escola de Saúde do Exército, concluindo o Curso de Formação de Oficiais Médicos em 1998.
Ao longo da carreira, exerceu funções de destaque, entre elas a direção do Hospital de Guarnição de Natal (RN) e do Hospital Militar de Área de Campo Grande (MS). Atualmente, ocupa o cargo de subdiretora técnica do Hospital Central do Exército.
Médica pediatra, Cláudia Cacho teve seu nome aprovado em votação secreta realizada pelo Alto-Comando na quarta-feira (24). A indicação foi encaminhada ao chefe do Executivo, a quem cabe formalizar a promoção — historicamente, a Presidência acolhe as propostas apresentadas pelo colegiado militar.
A escolha marca um momento inédito nas Forças Armadas que, desde 1990, vêm ampliando a presença feminina em seus quadros, inclusive em funções de comando.
Generais em família
A coronel é casada com o general de divisão Jorge Augusto Ribeiro Cacho, atual comandante logístico do Hospital das Forças Armadas (HFA), e é mãe de duas filhas, Maria Gabriela e Ana Beatriz.

Respostas de 18
Meu advogado disse que é melhor eu não comentar…
Kkkkkkkk
Vou para por aqui, pois tudo o q pensei dizer dá PROCESSO. 🤣🤣🤣🤣🤣🤣
Isso muito lindo, e importante, vai marcar a história do Brasil, parabéns, viva o Lula, ele é demais, estamos felizes agora.
Conheço pessoalmente os 2. Excelentes profissionais e pessoas. Boa sorte nesse momento.
Virou bagunça.
Nossa, que coincidência, né?
Muito se fala do PT mas se nao fosse o PT jamais iriamos evoluir como nossa sociedade agora falta um alto comando majoritariamente negro e pardo com gente que professe a fé yorubá e também homosexuais declarados, pois sabemos que existe vários mas eles sofrem preconceito. Com o tempo esses velhos hábitos passam, mas apenas como Lula no timão. Eles fazem de tudo para agradar a quem está no poder, e essa é a fraqueza.
Eu não vejo problema alguma, o que vale é a competência. Afinal, não é a tão propalada meritocracia que vale? Parabéns a General (forma neutra) ou Generala.
vc como sempre fazem o que vc sabe fazer muito bem. puxar saco e fazer vassalagem. a mulher não tem trinta anos de serviço e vc acha isso lindo….promoção para agradar o nine
Tipo um desconexo e desprovido de informação, tudo para denegrir comentários dos outros. Vamos lá, por puro amor ao debate. Primeiro, a oficial é médica e entrou como tal, sendo assim ficou, poucos meses como RM2 e talvez um ano na escola de saúde, ou seja, pouquíssimo tempo se comparado com alguém da EsPCEX e AMAN, sendo assim produziu muito para o EB e portanto a promoção é diferente e mais rápida, talvez não saiba por falta de conhecimento. Se hoje a tão propalada meritocracia (assexuada) tanto homem como mulher pode ter acesso ao mais alto cargo na administração castrense, todavia as mulheres e homens que adentram como Médico, Engenheiro ou Intendente não chegam a Gal. Ex/Alte Esq/Ten. Brigadeiro, uma pena o quadro de apoio e nem o médico não chegar ao topo. Vamos se informar antes de “Bordejar” ou relinchar com a boca.
Parabéns a recém general de Brigada Médica!
Que bom que ela é casada com um general… 1 pnr funcional e uma equipe de taifeiro, motorista, segurança, jardineiro, copeiro, piscineiro…. …eiro a menos…
Aproveitamento do êxito
Tem um pessoalzinho aqui com masculinidade frágil. Não aceita ter superior mulher. Para esses não há mérito, somente jeitinho. As forças armadas mais poderosas do mundo tem mulheres em posição de comando, mas os milicos daqui vêm choramingar. No entanto, de frente vira um puxa-saco sorridente.
Antes de bostejar, sei como funciona, fui militar por 21 anos.
Parabéns à futura general!
Concordo totalmente com seu ponto de vista. Na Marinha do Brasil as mulheres adentraram lá em 1980, como auxiliares (CAF) que no final acabou e foram colocadas nos diversos quadros (médico, engenharia, Quadro de Saúde, Complementar). Hoje, adentraram a escola naval (fuzileiro, armada e intendente) e já estão embarcadas em navios sem qualquer problema. Tenho uma colega dentista que serviu com chefe do departamento de saúde por longos anos no navio multipropósito atlântico até ser promovida a Capitão de Mar e Guerra. Foi a primeira força lá atrás a promover uma mulher oficial general (2012) dentre tantas outras e chegou a promover 4 de uma tacada só. A FAB também. O EB chegou atrasado nesse quesito e pela sua observação responde a está questão com maestria.
Mera coincidência o marido ser general. Está sendo promovida unicamente pema competência. (contém ironia.)
Esses casos provam que nunca fomos uma República. Mudamos apenas os títulos e denominações.
Continuamos uma Monarquia, onde a Corte sempre reparte os melhores lugares entre os seus.
Outro dia, uma juíza aposentado estava chorando no STF em defesa dos chamdos “penduricalhos”, pois os juízes, que triste, não tem carro oficial e pagam o cafezinho do gabinete com o próprio bolso.
Fiquei triste e pensando em levar um pouco de café ao juiz aqui da cidade.
Eessa juíza aposentada ter recebido mais de 100 mil reais de remuneração em dezembro é uma mera coincidência.
Que lindo!
Agora estamos preparados para a guerra.
Era só essa promoção que faltava para resolver todos os nossos problemas.
Ah, logo vem os pessimistas e dizem: “enquanto isso, o soldado executa apenas 20 tiros”. Ou: “Tem lugar que o sargento fica 6 ou mais anos na fila de PNR”.
Invejosos!!
Quero ver Tropa mais empoderada que a brasileira. A nossa tem, vejam só, um casal de generais!!
Agora sim os problemas da tropa estão resolvidos.