Em reunião com adjuntos de comando, general Tomás aponta unificação das escolas de sargentos como marco estratégico da formação no Exército

17ª Reunião dos adjuntos de comando

Foto: Cb Marcos (CCOMSEx)

 

Comandante do Exército afirmou que adjuntos de comando estão em “nível de conhecimento sênior ” da carreira dos graduados 

 

Brasília – O Quartel-General do Exército sediou, na quinta-feira (29), a 17ª Reunião dos Adjuntos de Comando do Alto-Comando do Exército, realizada de forma presencial e por videoconferência. A abertura do encontro foi conduzida pelo Comandante do Exército, General Tomás Miné Ribeiro Paiva, que ressaltou a importância estratégica da função para o fortalecimento da liderança, da coesão e da cadeia de comando da Força.

General Tomás na 17ª Reunião dos adjuntos de comando
Foto: Cb Marcos (CCOMSEx)

Durante sua fala, o General Paiva destacou que os adjuntos de comando se diferenciam pela liderança e pelo elevado nível de experiência profissional. “Esses militares se destacam pela liderança, são modelos e exemplos. Eles estão em um nível de conhecimento sênior da carreira”, afirmou.

Ao abordar o alcance da função, o Comandante do Exército ressaltou que o adjunto de comando não atua apenas como referência para as praças, mas exerce influência positiva também junto aos oficiais. “O adjunto de comando é um facilitador na transmissão dos nossos valores. O Exército acertou ao criar essa função”, destacou.

 

 

 

Unificação das Escolas de Sargentos
Segundo o Comandante, a qualificação dos sargentos tem apresentado avanços significativos nos últimos anos, resultado direto da evolução dos processos de formação e capacitação. Tomás enfatizou que esse progresso culmina em um dos principais projetos estratégicos da área de pessoal do Exército: a unificação das escolas de sargentos em uma única instituição, iniciativa que, segundo ele, contribui para o fortalecimento da identidade profissional e da qualidade da formação dos graduados.

Fortalecimento da cadeia de comando e valorização do sargento
O Adjunto de Comando do Comando do Exército, Subtenente Luiz Gustavo da Silva Siston, reforçou que a essência do cargo está no fortalecimento da cadeia de comando por meio da proximidade com os militares mais jovens, além da valorização do sargento como elemento fundamental da Instituição. Ele também alertou para a necessidade de atenção permanente aos subordinados, especialmente no que se refere à saúde mental da tropa e ao cumprimento rigoroso das normas e diretrizes.

A função de Adjunto de Comando
Criada em 22 de maio de 2015, por meio da Portaria nº 103 do Estado-Maior do Exército, a função de Adjunto de Comando é exercida por subtenentes ou 1º sargentos selecionados com base no mérito, na liderança, na competência profissional e na conduta pessoal ilibada.

O adjunto de comando representa as praças na gestão das organizações militares, atuando em temas relacionados à moral, ao bem-estar, à motivação, à disciplina, à carreira e ao apoio à família militar. Atualmente, o Exército Brasileiro conta com mais de 300 militares desempenhando essa função em todo o País.
Informações e imagens: CCOMSEx

Respostas de 29

  1. Eu conheci um Subtenente, cara trabalhador e leal com seus subordinados. O verdadeiro “ST Galo Cinza”. Certa vez os Capitães e Tenentes não deixavam a porta do alojamento aberta para faxina o cara foi e arrancou a porta. O Quartel em forma e o Subão passou com a porta do alojamento no ombro na frente do Comandante. Ele defendia mesmo principalmente o recruta. Chamavam ele de “ST Gardenal”. No TAF o cara deixava os novinho atrás, barrigudo e corredor. Saiu QAO ai sim que ele tocava o “terror”. Um Comandante tentou gritar com ele, foi uma confusão o QEMA ficou com medo, colocou guarda na porta do PC. Era ST dos anos 80 outra formação, geração raiz. ST barrigudo, bigodão e cara de mal. Hoje são ST ” tatuagens”, “aparelhos nos dentes”, “cabelos pintados”, “garrafinha de água” , “zap” e “academia”. Hoje nem deixariam o “Gardenal” ser QAO. Destes que os praças precisavam hoje o verdadeiro Lider. Estes Adjuntos de Comandos podem até ter boa vontade em ajudar, porém os QEMA não aceitam opiniões. Infelizmente praça é praça. Saudades dos Subão “Galo Cinza”. Infelizmente o primeiro Sgt não fala porque precisa do conceito para o concurso do CHQAO e o Subão fica calado porque almeja ser QAO. Falar de salário duvido se alguém falou.

  2. Não vi valorização nenhuma. Desde que esse troço foi criado, o que de fato mudou? Mudou nada. Continua tudo como dantes no quartel de Abrantes.

  3. A saúde mental nos quartéis existem devido às escalas de serviços, excesso de carga horária e principalmente pel8s baixos salários, praças estão só sobrevivendo, final do mês não sobra nada para diversão e entreterimento com a família.

    1. Realmente muito Difícil. O militar chega em Manaus todo feliz. no primeiro ano o dinheiro da transferência vai no aluguel. No segundo ano entra em empréstimos e no terceiro ano vende o carro que comprou. Aluguel no Mínimo dois mil reais, ar condicionado em um quarto a luz chega no Mínimo seiscentos reais. Água nem se fala de quinhentos reais para cima. Tem que reunir toda família em um único quarto para economizar luz e ter uma noite de sono boa, o calor é cruel. A DCEM tem que revisar o pessoal que esta em Manaus desde 1989, 1990 e outros anos e ocupando PNR. O camarada tem casa e aluga para o colega que esta na fila do PNR e ele fica na boa. Não é ilegal, mas acho imoral. Praças não tem como ficar em capital. Hoje muitos renovaram empréstimos com a melhoria da margem por causa dos 4,5%. A saúde mental dos praças esta ruim mesmo. Saber que a família esta passando necessidades em casa. Os praças precisam de ajuda urgente.

  4. Excelentíssimo Senhor General de Quatro Estrelas TOMÁS, queres valorizar o Sargento, então pague um salário (soldo) digno, para que ele e sua família consigam viver com dignidade em uma cidade grande. Antigamente a formação do Sgt era de 10 meses, não existia essa frescura de uniforme histórico e baioneta na cintura, meu caro chefe isso não enche barriga e não ajuda na manutenção de nossas famílias.

  5. Que emoção…agora sim todos os problemado Eb estão resolvidos……..pena que sargento ganha atualmente pior do que vendedor de água em sinal….merecemos esses “líderes” que temos. O último a siar apague aluz…em tempo: será que os prestimosos adjuntos e o cmt falaram da atual evasão gigantesca de sargentos? E de oficiais também? Não falaram, sabemos.

  6. “…se diferenciam pela liderança e pelo elevado nível de experiência profissional. “Esses militares se destacam pela liderança, são modelos e exemplos. Eles estão em um nível de conhecimento sênior da carreira”, afirmou…” Falas iguais as pesquisas do IBGE: Acreditem se quiserem.
    Militares que esqueceçeram de do principal, suas famílias. Imagino como orientam seus filhos para vida. – filho apenas respondam: sim, sim senhor.

  7. A PM quando quiz valorizar seus Praças (ST, SgT, Cb/Sd) aumentou seus vencimentos. E melhorou seus auxílio. Qualquer coisa diferente disso é só perfumaria.

  8. No fundo, esses adjuntos sabem que a carreira da ESA hj em dia não compensa. Talvez Compensasse na época que eles entraram.

    certeza que nos bastidores eles são sinceros:

    ” vaza lobinho, estuda pra PM/PF/PRF/ Tribunal etc”

  9. Tem Cabo de PM ganhando como Gen de Div do EB…..a água ja passou da linha do queixo para uem não está em Brasília, não tem motorista, combustível de graça, diárias uando coloca o nariz para fora da seção…..o ue está faltando para a instituição acabar???????? Comer no raNCHO E CANTAR CANÇÕES CORRENDO IGUAL UM PALERMA NÃO PAGA CONTAS.

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