Enquanto isso, na Engenharia…

Proibida a presença de praças

Imagem que circulou recentemente nas redes sociais.

Até tu, Azul Turquesa???

 

Respostas de 19

  1. Ainda tem praça com pena dos Generais que serão ” expulsos “.

    Esse pessoal não desce do salto! O mundo pode tá desabando, enquanto estiverem por cima da carne seca, diárias, missões rolhas, jantares, bebidas, frescuras, eles estão pouco se importando com o que pensam. Foda é quando a missão é real, aí você ver a baixaria e desespero deles

    1. Pois é, e ainda queriam que esta suposta elite tomasse conta do país. Odeio o PT, mas ultimamente estou pegando um nojo dessas pessoas que urina, defecam, suam e fedem igual qualquer pessoas, mas mesmo assim pensam que são deuses.

    2. Tem muita praça que comemoraria a volta da escravidão… tal a subserviência… o instinto de vira lata… Isso é um tapa na cara dos puxa sacos subservientes…

  2. Kkk gente do céu(minas gerais)… ninguém gosta de nóis: oficial pensa o tempo errado sobre o praça, família não entende nada sobre o praça, esposa humilha o praça, político não dá aumento pro praça, Quiqui é isso. Mais rapaz tá difícil esse trampo…

  3. Como uma Instituição que segrega profissionais dessa forma ainda tem lugar em pleno século XXI?

    Anacronismo surreal considerar que oficial é “confiável”, “honesto” e “competente” só por ser oficial, assim como enxergar a praça como sendo sempre “desonesta” e “suspeita”.

    Veja dois exemplos: o oficial com apenas cinco anos e oito meses de tempo de serviço adquire estabilidade, enquanto a praça deve aguardar 10 anos, repito, 10 anos!!

    O aspirante temporário – depois de 10 meses de formação em período de meio expediente – é considerado “capacitado” para ser encarregado de sindicância, enquanto o sargento de carreira somente quando segundo-sargento e com curso de aperfeiçoamento.

    Em suma, a Instituição ainda acredita que ser oficial é sinônimo de “honestidade”, “competência”, “confiança”, “compromisso” e “maturidade’. E ser praça significa se transformar em cidadão de “segunda classe”, devendo sempre ser vigiada.

    Um país assim nunca será desenvolvido.

  4. Seria uma exceção se fosse um local destinado círculo hierárquico, agora se for de outra ordem, é claramente um local que não justifica desigualdade.

    1. Ainda tem gente que se surpreende com esse tipo de situação, eu nunca me enganei. 34 anos servindo, desde recruta em 1991 até posto de cap QAO R1, nunca me enganaram. E pior que tem WAO que acha que é oficial da academia kkk sabe de nada inocente

    1. Era normal se colocar plaquinhas assim escritas: 1) local classificado sigiloso, permitida a entrada somente ao pessoal autorizado – Comandante, imediato e oficiais e Praças com necessidade de conhecer, 2) Entrada permitida somente a oficiais, 3) entrada permitida somente ao pessoal de serviço e outras. Sabia-se que existiam locais em que não era permitida para as Praças, todavia era de forma velada, como a situação 2). Assim, de forma escrachada é o cúmulo do preconceito.

  5. A proibição de presença de praças não é absoluta; a praça pode ingressar no local para realizar atividades como preparo de café e serviços de faxina, desde que devidamente autorizada.

  6. Não entendi o: até vc engenharia? A engenharia é a pior arma para as praças… sempre foi e sempre será… Isso em todos os sentidos…

  7. O apharteid castrense foi decretado por meio da Lei 13.954, no fatídico ano de 2019. A partir de lá com a quebra da paridade salarial e da separação entre ativa e reserva, os pilares basilares da instituição foram abalados perene mente. Agora é só queda livre. O caldeirão militar sempre foi o pior de todos, mas nada é tão ruim que não possa piorar. Como sempre pregou o falso Meçias Bolsotrevas: quanto pior, melhor!!!

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