Exército inicia processo para aquisição de drones de ataque

Drones de ataque

 

Força lançou consulta pública para sondar no mercado as opções disponíveis

 

O Exército Brasileiro deu mais um passo no processo de modernização de suas capacidades militares ao lançar duas consultas ao mercado voltadas à obtenção de drones armados e munições remotamente pilotadas. Segundo apuração do portal Tecnologia & Defesa, após a Comissão do Exército Brasileiro em Washington (CEBW) divulgar o RFI-0230/2025, a Diretoria de Fabricação (DF) publicou a Consulta Pública nº 64473.007033/2025-63, com o objetivo de sondar o mercado nacional e internacional sobre soluções disponíveis de drones de ataque.

A iniciativa busca reunir informações sobre Sistemas de Munições Remotamente Pilotados (SMRP) — também conhecidos como drones “kamikazes” — e Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas (SARP) com capacidade de lançamento de munições. Os sistemas avaliados enquadram-se nas categorias 0 e 1, com requisitos técnicos previamente definidos.

Catg 0:

  • Peso de decolagem: 2 kg;
  • Altura de emprego: 400 pés (140 m);
  • Raio de Ação: 15 km; e
  • Autonomia: 25 minutos.

Catg 1:

  • Peso de decolagem: 15 kg;
  • Altura de emprego: 3.000 pés (900 m);
  • Raio de Ação: 25 km; e
  • Autonomia: 50 minutos.

De acordo com a Diretoria de Fabricação, o RFI servirá como base para um eventual chamamento público futuro, com vistas ao credenciamento de fornecedores capazes de oferecer sistemas “de prateleira” ou que necessitem apenas de adaptações limitadas para alcançar maturidade compatível com o emprego operacional. O documento também prevê a possibilidade de desenvolvimento final e/ou produção dos drones em parceria com o Exército Brasileiro, com apoio direto da DF por meio do Arsenal de Guerra do Rio (AGR) e do Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP).

Ainda conforme destacou o portal Tecnologia & Defesa, em outubro as empresas Mac Jee e Aero.ID realizaram no Arsenal de Guerra do Rio uma apresentação de drones de reconhecimento e ataque, demonstrando capacidades alinhadas aos requisitos atualmente estudados pelo Exército Brasileiro.
Fonte: Tecnologia & Defesa, com informações da Diretoria de Fabricação do Exército Brasileiro

Respostas de 2

  1. Muita tecnologia e grosso da tropa passando necessidade. Exército de farrapos e seus chefes. Logo logo será criado um batalhão de mendigos do EB. A nação não precisa de drones de ataque para realizar faxina e pintura de meio fio.

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