Exército e BNDES preparam concessão do Forte de Copacabana e do zoológico do CIGS

Forte de Copacabana (Gabriel de Paiva / Agência O Globo/VEJA)

Objetivo é valorizar o patrimônio do Museu Histórico do Exército, em Copacabana, e do zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva, em Manaus

O Exército e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)  firmaram, nesta terça-feira, 9, em Brasília, dois contratos para a estruturação e modelagem de projetos de valorização e exploração econômica do Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana e do zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva, em Manaus (AM). Participaram da assinatura o chefe do Estado Maior do Exército, general Richard Fernandez Nunes e o diretor de Planejamento e Relacionamento Institucional do BNDES, Nelson Barbosa.

Com a assinatura dos contratos, que têm duração de 36 meses cada um, o BNDES fará um diagnóstico dos ativos imobiliários de propriedade do Exército, os serviços e necessidades de infraestrutura e, em seguida, definirá o modelo de concessão a ser adotado que melhor contribua para a valorização dos dois empreendimentos para futura licitação pública.

“Esses projetos contarão com o apoio do BNDES para melhorar e requalificar espaços públicos do Exército Brasileiro. Tanto o Forte de Copacabana quanto o Zoo do CIGS são patrimônios nacionais, e agora teremos a oportunidade de torná-los ainda mais atrativos para turistas e moradores aproveitarem todo o seu potencial”, explicou Nelson Barbosa.

O projeto de concessão via parceria público-privada do zoológico, do Museu e o Forte de Copacabana estão qualificados no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

O zoológico é considerado um dos principais pontos turísticos de Manaus. Tem, no acervo, 162 animais (somente amazônicos brasileiros) distribuídos em 56 espécies, das quais várias estão enquadradas nas diversas categorias do IBAMA de ameaça de extinção no restante do Brasil.

O Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana é um dos principais pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro (RJ), recebendo cerca de 35 mil pessoas por mês. O museu tem um acervo variado de 15 mil peças, além de indumentárias, armamentos e objetos de uso pessoal históricos.

Com Agência BNDES

Respostas de 4

  1. Já passou da hora do Forte Copacabana deixar de ser um quartel, com toda a burocracia envolvida, para se tornar uma área de lazer civil. Basta deixar somente meia dúzia de militares cuidando do acervo e fiscalizando os contratos e redistribuir todo o resto do efetivo para as OMs que estão precisando de mão de obra, com QCPs em branco ou defasados.

    Aliás, outro museu que também serve de boquinha para malandro se encostarem é o tal Museu Conde de Linhares.

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