Exército fará exercício conjunto com tropa americana em ambiente de selva

CORE 2023

Programa de cooperação entre Brasil e EUA estipula exercícios bilaterais anuais até 2028

Brasília – Entre os dias 1º e 16 de novembro de 2023, nos estados do Pará e Amapá, o Exército Brasileiro realizará a Operação CORE 23 (Combined Operation and Rotation Exercise), um exercício com militares do Exército dos Estados Unidos da América.

O Exercício CORE é resultado de um programa de cooperação, assinado entre Brasil e Estados Unidos, que estipula exercícios bilaterais anuais até o ano de 2028. A primeira edição aconteceu no Brasil em 2021 e a segunda em Louisiana, EUA, em 2022. Por meio desses exercícios, as tropas dos dois países compartilham experiências e trocam conhecimentos sobre doutrina, técnicas, táticas e procedimentos de Defesa, o que proporciona a ampliação da interoperabilidade entre os exércitos e o desenvolvimento da doutrina militar terrestre.

Cerca de 300 militares norte-americanos desembarcarão em Belém (PA), a partir do dia 31 de outubro, para dar início ao treinamento conjunto com a Força Terrestre brasileira. A tropa do Comando Militar do Norte será composta por 1,2 mil militares que, ao longo do ano, passaram por diversos exercícios preparatórios, dentre instruções teóricas e práticas voltadas especificamente para a Operação.

A CORE 23 será realizada em três fases, sendo a primeira no período de 2 a 4 de novembro, em Belém, quando militares do Exército dos EUA participarão do Estágio de Vida e Combate na Selva, ministrado por militares do 2º Batalhão de Infantaria de Selva.

A segunda fase começa no dia 6 de novembro, em Macapá (AP), com uma formatura de abertura e, em seguida, com a realização do Painel “A Mulher nas Forças Armadas”. A atividade consiste em um debate que reunirá militares convidados, especialistas de ambos os países, para tratar dos pontos mais relevantes acerca do ingresso das mulheres em carreiras militares.

Na terceira e última fase, acontecerá o exercício operacional em campo, de 7 a 16 de novembro, nos municípios de Ferreira Gomes, Oiapoque e no Distrito de Clevelândia do Norte (AP), onde serão realizadas ações de assalto aeromóvel com helicópteros do Exército Brasileiro e operações em ambiente de selva. A cerimônia de encerramento da CORE 23 está marcada para o dia 16 de novembro, no Oiapoque, na Companhia Especial de Fronteira.

Além de demonstrar sua excelência operacional e capacidade de colaboração, a participação do Exército Brasileiro nos chamados exercícios combinados – aqueles realizados com exércitos estrangeiros – também fortalece a diplomacia militar do país. Essas ações permitem a construção de relacionamentos sólidos e a promoção da confiança mútua entre forças armadas de diferentes nações. A diplomacia militar é uma ferramenta crucial para a prevenção de conflitos e para a construção de uma comunidade internacional mais segura e estável.

No ano de 2023, o Exército Brasileiro participou de diferentes exercícios combinados internacionais, estreitando laços com nações amigas e fortalecendo sua posição no cenário militar global. As operações Fer de Lance, com o Exército Francês; a Operação Arandu, com o Exército Argentino; e a Operação Paraná III, com exércitos de 13 países do continente americano, foram exemplos desse engajamento. As operações combinadas representam uma das formas mais efetivas de treinamento e cooperação militar entre países, em que forças armadas de diferentes nações unem suas capacidades e experiências para enfrentar desafios comuns.

Centro de Comunicação Social do Exército

Respostas de 6

  1. 👆missão de reconhecimento de forças inimigas estrangeiras na Amazônia (1° passo da invasão): Estão mapeando a Amazônia, mais uma herança maldita do traidor bozo, militares de nação assaltante no mundo todo no coração da Amazônia, convênio celebrado pelo ladrão de jóias e inimigo do Brasil aquele que fez continência à bandeira dos EUA.
    Imagine se os EUA iriam liberar para o Brasil enviar 300 militares para a NASA ou estação 55 o território mais sensível em termos de segurança dos EUA?
    Bozo tem que ser condenado por alta traição a nação com prisão perpétua.

    1. Eles nao precisam disso homem.
      Eles tem satélites.
      Até o google tem satélite e o brasil não.

      Eles tem qualquer outro país para saber o que é a floresta amazônica, como a guiana ou a bolívia…

      Eles já lutaram uma guerra em floresya tropical, ao contrário de nos que lutamos com guerreiros imaginárioS.

      Se eles quiser, eles tomam isso aqui sem dar um tiro, apenas embargando economicamente, já que nem um celular nós produzimos.

      Essa troca de experiência é a unica oportunidade de sabermos com pessoas que lutam uma guerra como é a ação real. Elas somam.

      Se não for isso vai ser só formatura do dia do uniforme e marcha de 20km

  2. Eu ja participei, o graduado deles ficou surpreso ao ver que eu tinha uma ração R2 na mochila, ele falou que achava que levavamos um cacho de bananas, ele falou isso com respeito e era realmente o que eles pensava, que andavamos com cachos de bananas

  3. Daqui a pouco começa a baboseira de melhor combatente de selva do mundo e blá blá blá. Mais uma das peças de propaganda embusteira das Farsas Desarmadas.

    Essa conversinha fiada não engana mais ninguém, além de encher o saco.

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