Após delação de Mauro Cid, PF pede registros de visitas de militares ao Alvorada para investigar reuniões sobre golpe

Cid deixando a prisão no quartel

PF quer confirmar se datas de entrada e saída de militares alinhados com projeto golpista batem com delação

A Polícia Federal pediu nesta semana que o Gabinete de Segurança Institucional entregue os registros de entrada e saída de militares e outros visitantes ao Palácio do Alvorada durante períodos relatados por Mauro Cid no governo de Jair Bolsonaro (PL) quando teriam ocorrido encontros para discutir um roteiro do golpe.

O intuito da PF é confirmar o roteiro do golpe detalhado no depoimento do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, preso desde maio.

Em delação, Mauro Cid disse à Polícia Federal que Bolsonaro fez reuniões no Alvorada para consultar integrantes da Marinha e das Forças Armadas sobre a possibilidade de um golpe militar.

As investigações miram- principalmente – os militares alinhados ao governo. A delação de Cid cita nomes como o almirante Almir Garnier Santos, então comandante da Marinha, que teria dito a Bolsonaro que sua tropa estaria pronta para aderir a um chamamento do então presidente. Veja mais no vídeo abaixo.

Com os registros de acesso, a PF pretende cruzar datas de acesso com informações prestadas por Cid em depoimentos da delação.

As imagens de entrada e saída do Alvorada vão se apagando de tempos em tempos, segundo o blog apurou. Mas o controle de acesso ao prédio permanece, mesmo que seja de forma manual.

g1

Respostas de 2

  1. Olha, todas essas reuniões espúrias foram realizadas as escuras, como todas as ilegalidades do regime anterior, não falo em governo, pois foi a margem do povo e portanto regime. Como também ocorreu na reunião com o hacker e as imagens das câmeras. Aprenderam a melhorar o modus operandi, desde aquela malfadada reunião do “passar a boiada”, etc. Vivemos nos porões entre os anos 2019 e 2022.

    1. bom mesmo é hoje né Dura Lex Sed lex com o lula voltando a cena do crime e roubando de novo, viajando o mundo inteiro sem gastar nenhum tostão

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