TSE autorizou presença dos militares, que já atuam na comunidade do Rio de Janeiro, para auxiliar Justiça Eleitoral
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| Tânia Rêgo/ Agência Brasil Operação conjunta de reconhecimento do Exército na favela da Maré em março de 2014 |
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou nesta quinta-feira (25) que tropas do Exército façam o patrulhamento da região da Favela da Maré, no Rio de Janeiro, durante as eleições. Por unanimidade, os ministros entenderam que soldados que já estão naquela localidade, onde fazem a ocupação da área, podem prestar auxílio à Justiça Eleitoral no dia 5 de outubro, dia do primeiro turno.
O pedido foi feito pelo Corregedoria da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro. No dia 4 de setembro, o TSE rejeitou o envio de tropas federais para garantir a segurança das eleições no estado do Rio de Janeiro porque a Secretaria de Segurança não aprovou o envio imediato dos soldados.
Na ocasião, o relator do processo, ministro Henrique Neves, disse que conversou com autoridades da secretaria, que relataram não ter notícias de incidentes no interior do estado durante a campanha eleitoral, Na capital, o ministro foi informado que, em localidades onde as unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) estão presentes, também não foram registrados problemas.
Agência Brasil/montedo.com

Uma resposta
O ministro da defesa, os comandantes militares e principalmente a Presidenta do Brasil estão promovendo o TRABALHO ESCRAVO nas forças armadas, pois estes estão trabalhando forçadamente sem direito a leis trabalhistas, formação de sindicato, adicionais de hora extra, periculosidade, a BAIXO CUSTO DE MÃO DE OBRA BARATA, sem FGTS, sem auxílio transporte, sem auxílio alimentação, as praças trabalham em jornadas exaustivas a mais de quarenta horas semanais (serviço de escala por 24 horas e emendam mais 8 horas de expediente) e constantemente acumulam funções e encargos, desde o ano de 1648 e sob a ilegalidade e imoralidade dos Regulamentos Disciplinares de suas forças singulares. Testemunha são todos os militares das forças armadas.
Solicito que após a aprovação iminente da PEC do trabalho escravo e sancionada pela Presidência da República o procurador-geral do Trabalho e o MPM acionem a justiça para as providências cabíveis.