Jair Bolsonaro não vai atacar o tenente-coronel Mauro Cesar Cid, seu ex-ajudante de ordens, ao depor nesta terça-feira (16/5)
Guilherme Amado
Jair Bolsonaro não vai atacar o tenente-coronel Mauro Cesar Cid, seu ex-ajudante de ordens, ao depor, nesta terça-feira (16/5), na Polícia Federal sobre a suspeita de ter participado da adulteração de seu cartão de vacinação. Mas dirá que o ex-assessor tinha acesso a seu celular e mexia no aparelho sem sua permissão.
Se for perguntado se sabia da falsificação, Bolsonaro dirá que não tinha conhecimento e que foi surpreendido. Repetirá que não é a favor da vacinação contra a Covid-19, e que não acredita na segurança dos imunizantes contra a doença. Afirmará que “todo o mundo” sabia que ele pensa desse jeito e que ele não poderia mentir sobre ter se vacinado.
Bolsonaro dirá, caso questionado se Cid lhe disse que adulteraria os documentos, que não. Mas, nas respostas, tentará não comprometer o ex-ajudante. O ex-presidente tem a expectativa de que na quinta-feira, ao depor, Cid diga que fez sozinho a adulteração, sem conhecimento do então mandatário.
Respostas de 7
Cid? Que Cid? Nunca nem vi!
Cidinho sabe que segurando tudo nas próximas eleições os Bolsopatas o elegerão deputado federal. Ou a justiça faz o serviço direito, ou esse povinho continuará praticando ilegalidades.
Um ajudante de ordem só faz Algo dentro do seu cargo Com a aquiescência do seu Chefe imediato
Bozona levou 15 dias de cana quando agitou na caserna. E agora José?
Que ele seria um santo do naipe do Queiroz.
Perdeu mané!
Jogou tudo na conta do Cid, alegou que não pediu para inserir dados no sistema e nem carteira de vacinação. No final sobre a ameaça de golpe faz um afago em dizer que o Cid era um excelente militar e tal. Resultado: O Cid é o mal de tudo e ele o bonzinho.