Ex-presidente Jair Bolsonaro pediu que o Exército guardasse suas armas antes de sair do país
Natália Portinari
O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou nove armas sob guarda do Exército Brasileiro antes de deixar o Brasil, informou a Força à coluna.
Em dezembro de 2022, a Presidência da República pediu que o Exército Brasileiro guardasse nove armas de propriedade de Bolsonaro.
“A autorização foi concedida pelo então Comandante do Exército e o citado armamento foi entregue para guarda ao Batalhão de Polícia do Exército de Brasília”, segundo o Exército.
O comandante na época era o general Marco Antônio Freire Gomes, exonerado do cargo no governo Lula.
O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou, nesta quarta-feira (15/3), que o fuzil e a pistola que Bolsonaro ganhou de presente nos Emirados Árabes Unidos sejam devolvidos à União, assim como as joias da Arábia Saudita.
Embora não exista previsão legal para isso, é comum que militares da reserva, como Bolsonaro, guardem suas armas nas dependências do Exército.
A coluna questionou a Presidência da República se há previsão legal para que esse pedido de guarda de bens pessoais tenha sido feito pela Presidência, e não por Bolsonaro como pessoa física. O governo disse que não irá comentar.
Guilherme Amado/montedo.com
Respostas de 5
Quantos livros será que ele guardou? Ou lei? O tempo é o senhor absoluto da razão.
Cristão de araque.
Não vejo problema nisso, pois é só pegar esse armamento e incorporar ao sISBENF.
Pelo menos uma ele perdeu por ocasião de um assalto. Não adianta possuir um arsenal e ser um fracote.
Grande coisa ! Eu, tenho seis armas de fogo