“Instituição de Estado, apolítica e apartidária”, diz Comandante do Exército em diretriz

DIRETRIZ CMT EB 23-26

O comandante do Exército, general Tomás Paiva, divulgou as diretrizes da sua gestão. No documento de 40 páginas, o comandante afirmou que deseja fortalecer a imagem do Exército como uma “instituição de Estado, apolítica e apartidária”.

“Os quadros da Força devem pautar suas ações pela legalidade e legitimidade, mantendo-se coesos e conscientes das servidões da profissão militar, cujas particularidades tornam os direitos e os deveres do cidadão fardado diferentes dos demais segmentos da sociedade”, escreveu o general.

O comandante destacou que o Exército se pauta pelo respeito à Constituição, afirmando que os integrantes da Força “trabalharão para que o Exército Brasileiro continue a cumprir suas missões previstas na Carta Magna, alinhado aos anseios da sociedade e aos valores e tradições nacionais”.

As diretrizes também apontam as mudanças climáticas como um dos desafios e que o “Exército continuará trabalhando para o aperfeiçoamento da gestão ambiental e para o desenvolvimento e a difusão de tecnologias que permitam estabelecer um modelo de aproveitamento sustentável das riquezas disponíveis, sobretudo na região amazônica, garantindo maior integração e proteção àquela área”.
A divulgação das diretrizes é praxe no início das gestões dos comandantes para apontar as prioridades, objetivos e premissas que orientarão a sua gestão. Paiva foi escolhido pelo presidente Lula (PT) no dia 21 de janeiro, substituindo o general Júlio César de Arruda. Arruda foi substituído após os atos golpistas de 8 de janeiro, realizados por bolsonaristas que se organizavam na frente dos quartéis do Exército.

Confira a íntegra das diretrizes:

CONGRESSO EM FOCO/montedo.com

Respostas de 15

    1. Que Exército é esse??? Não é o mesmo dos últimos quatro anos? então, onde andavam estes militares durante esses quatro anos passados? Será que temos dois exércitos? Um de Caxias e o outro conhecido como Meu exército? Da noite pro dia foram se as convicções enraizadas Na alma, no coração e na língua dos militares? Houve então uma verdadeira reestruturação? Desta vez de pensamento? Será isso que a nação precisa e merece? Será que o batalhão de políticos com nomes precedidos por postos que ocupavam, talvez sem muita fé na missão, ajudarão uma nação cheia de carências ou somente seus próprios interesses, familiares e amigos? Li a pouco que a ABIN passará para casa civil, aquela que já abrigou figuras “impolutas” da vida pública, e quem são os culpados? Refletir um Brasil melhor para todos e se prevenir da cobiça estrangeira seria o papel daqueles que, nem deveriam estar sentados, mas se estivessem, na falta de Jesus, pelo menos tivessem expulsado Judas.

  1. As Forças Armadas só vivem de aparências e em condecorar politicos e em bajular autoridades.
    Sr Comte palavras bonitas nao vem a mesa e nem tampouco paga as contas.

  2. Alguns países da América Latina estão nas mãos de Rússia e China. O Brasil, pelo andar do andor, será internacionalizado, dividido, rateado. O recado foi dado nessa declaração sobre o meio ambiente. A revolução gramscista toca o calendário. Com o fim do 31 de março outros virão além daqueles que os substituirão, como já é.

  3. Essa narrativa de “apolítica e apartidária” é muito peculiar a grupos armados mercenários. Bem típica a declaração quando se fala em “conscientes das servidões da profissão militar”. Muito triste tudo isso, especialmente corroborado quando se enganou mais de 1700 brasileiros entregando-os à PF prometendo-lhes segurança.

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