Idoso suspeito de vender armas para facção criminosa é preso com submetralhadora na Capital
Imagens: Divulgação/Polícia Civil

Porto Alegre (RS) – Entre a noite desta quarta-feira (12) e madrugada desta quinta-feira (13), a 3ª Delegacia do Departamento de Investigações do Narcotráfico (Denarc) prendeu em flagrante um idoso de 70 anos de idade quando ele iria vender uma submetralhadora de procedência israelense para traficantes. Ele caminhava com a arma, no interior de uma maleta, em uma via pública no bairro Santana, em Porto Alegre.
Armas e munição
Depois da abordagem, os policiais foram até a residência do idoso e encontraram mais três armas de calibres .44, 38 e 16. Também apreenderam 412 projéteis dos mais variados calibres, inclusive de fuzil e de outras armas de uso restrito das Forças Armadas. Ainda foram localizados carregadores de fuzil, lunetas e demais acessórios para tiros de alta precisão.

Relíquia
Uma das armas, uma Colt .44, foi usada na Revolução Federalista, entre os anos de 1893 e 1895. Esta arma foi entregue durante a campanha pelo desarmamento para a Polícia Federal, que repassou para idoso investigado. Ele também é colecionador. A arma pertenceu a Aparício Saraiva, que era irmão do coronel federalista Gomercindo.

Tráfico
O preso é militar da reserva e estava sendo investigado pelo Denarc por vender armas para facções criminosas ligadas ao tráfico de drogas em Porto Alegre. Ele já havia vendido uma submetralhadora, no valor de R$ 20 mil, para a facção criminosa dos Bala na Cara. O idoso foi encaminhado para o Batalhão da Polícia do Exército.
CASO DE POLÍCIA (Rádio Gaúcha)/montedo.com
Respostas de 5
Post lamentável. Digno do Jornal Extra. Se espremer sai sangue.
Cade o nome do bandido tem que abrir o jogo e botar o nome na tela não importa a graduação ….
Coitado, vai ver não conseguiu uma boquinha como PTTC e teve que se virar como pôde. Fechou com a empresa errada o pobre do velhinho…
Se tivesse se aliado ao pêtê, como fez o almirante, não precisaria vender armas ao tráfico.
Preconceito do colega, ao cobrar a graduação, pois pode ser posto também. Outro preconceito quanto ao pttc, que pra continuar escravizado, se submete a ganhar um terço do mísero salário, e permanece sob o domínio da instituição, que não luta pra conquistar o que tidos os demais órgãos públicos conseguem. Um militar, vender armas para bandidos, não se trata de necessidade, mas sim, na certeza da impunidade. Só se esquece que a impunidade não se aplica aos militares, punidos para dar exemplo.