
Um dia depois de assumir o comando do MEC (Ministério da Educação), o ministro Abraham Weintraub trocou a cúpula da pasta. O MEC anunciou hoje a escolha de um novo secretário-executivo – o segundo cargo mais importante do ministério. A nomeação ainda não foi publicadas= no Diário Oficial da União, mas divulgada no site do MEC.
O tenente-brigadeiro Ricardo Machado Vieira foi dispensado da Secretaria-Executiva do MEC. Ele foi o quarto ocupante do cargo em poucomais de três meses de gestão do antecessor de Weintraub, Ricardo Vélez
Rodríguez. Vieira ficou pouco mais de 10 dias como número 2 do ministério.
Com informações do UOL Educação
Respostas de 10
Acabou rápido essa boquinha, nem deu tempo de colocar o nome na porta do Gabinete… BEM FEITO, pois o brigadeiro, com certeza, não tem as qualificações necessárias para o cargo. O fato de ser oficial-general não o faz capacitado para trabalhar no Ministério da Educação.
Bolsonaro prometeu cidadãos técnicos, dentro de cada área de atuação no governo.
Que muitas outras boquinhas no governo, para oficiais generais e superiores, acabem também.
Parabéns, Ministro.
Ele é um oficial general com muitas horas de vôo e perito em pilotar aeronaves complexas… Você é um recalcado porque não tem qualificação para ser nada no governo seu novinho…Fique aí destilando seu veneno no Blog enquanto os adultos comandam o Brasil…Na internet é um leão,mas quando vê um estrelado ,chega a tremer!!!
A verdade dói, né?
Se horas de voo resolvessem os problemas do Brasil, o FHC já teria resolvido todos os problemas. Que eu saiba nenhum Ministério ou cargo na administração pública civil cobra horas de voo de seus integrantes.
Ele não fez mais do que a obrigação pilotar as aeronaves para as quais foi PAGO pela nação.
Mas fique tranquilo, pois eu também tenho muitas horas de voo. Então, pelo seu critério, esse fato me faz muito capacitado para ser nomeado no Ministério da Educação.
Ele pode saber pilotar aeronaves complexas, mas não sabe nada sobre políticas voltadas para educação. Apenas abocanhou uma boquinha que, FELIZMENTE, já acabou. Mostre o currículo do brigadeiro na área da educação reconhecidos pelo MEC – bacharelado – mestrado – doutorado (não vale os cursos militares que são “equiparados). Aí, quem sabe, eu possa mudar de ideia.
A covardia é um atributo militar. Da mesma forma que eu tenho medo dos estrelados, os estrelados – até pouco tempo – tinham medo de Lula, Dilma e afins. Por que será que agora ficaram todos corajosos? Torça para o próximo governo não seja contra os militares, porque senão os generais irão voltar a lamber botas da esquerda, igual como aconteceu desde redemocratização .
Vai procurar o que fazer, seu baba-ovo…
O cargo exigia horas de voo para ser ocupado?!!? É cada um que me aparece…
E você teria qualificação para participar do governo? E qual seria? Ser oficial-genera/superior? Ter horas de voo??
Concordo com o “Eu sei o que você fez no QA passado”.
O brigadeiro pode ser perito em pilotar aeronaves complexas, mas não entende nada da área de educação pois não foi FORMADO para isso. Foi formado, treinado e PAGO para a GUERRA. Cada um no seu quadrado.
Bolsonaro pregou que iria colocar técnicos dentro de cada área de atuação. Então, não se pode colocar um professor universitário para pilotar um F5 da FAB, pois o mesmo – COM CERTEZA – não possui a QUALIFICAÇÃO necessária. Da mesma forma, até pouco tempo, reclamávamos do fato do ministro da defesa ser um civil.
Com certeza, os apaniguados (generais e oficiais superiores) em suas boquinhas no governo tremem muito mais só com a possibilidade de perder suas respectivas boquinhas…
Esqueceu de colocar no currículo que ele também possui muitas horas de reuniões rolhas, formaturas inúteis, possuidor de 50 medalhas, cafezinhos e coquetéis (tudo pago pelo contribuinte brasileiro)…
Conhecimentos muito úteis para a administração dentro do Ministério da Educação.
Mais cagão foi um Cmt EB que ficou com medo de cassar as medalhas do pacificador dos mensaleiros, para não desagradar uma ex-presidenta…
Tem um monte de praças e oficiais mestres e doutores na área da educação…completamente esquecidos! Gente que foi professor nos colégios militares, referência no ensino médio e fundamental, no IME, no ITA…etc. Cadê este pessoal? Ah…não são generais…parece ser o único critério…