Em número de 100, novos mísseis antiaéreos substituirão o sistema russo Igla-S
O governo dos Estados Unidos aprovou a venda de 100 mísseis FIM-92K Stinger Block I ao Brasil, em um pacote avaliado em US$ 330 milhões, cerca de R$ 1,5 bilhão. Com isso, o Exército Brasileiro acelera a modernização da defesa antiaérea de baixa altura e amplia a proteção de áreas estratégicas em todo o território nacional. A informação é de Marcelo Godoy, do Estadão.
Substituição gradual
Segundo comunicado oficial divulgado em Washington, o acordo inclui os mísseis, equipamentos associados, suporte técnico e itens logísticos. Dessa forma, o novo sistema substitui gradualmente o Igla-S, de origem russa, atualmente empregado pelo Exército e pela Força Aérea Brasileira.
Capacidades do míssil Stinger
Além disso, o FIM-92K Stinger integra a categoria dos MANPADS, sistemas portáteis de defesa aérea voltados ao engajamento de alvos de baixa altitude. O míssil atinge aeronaves, helicópteros e drones a distâncias de até 8 quilômetros e altitudes próximas de 3,5 quilômetros. Assim, o equipamento fortalece a defesa de pontos sensíveis e garante elevada mobilidade às equipes em operação.
Emprego operacional no Exército
De acordo com estudos do Estado-Maior do Exército, do Escritório de Projetos do Exército e do Comando Logístico, os mísseis devem equipar principalmente as baterias de artilharia antiaérea das Brigadas das Forças de Emprego de Prontidão. Ao mesmo tempo, a aquisição moderniza e completa os Grupos de Artilharia Antiaérea de baixa altura das Divisões de Exército e dos Comandos Militares de Área.
O Alto-Comando do Exército deverá definir a distribuição final dos sistemas na próxima reunião. Com essa decisão, a Força amplia sua capacidade dissuasória e reforça a defesa aérea nacional diante de cenários operacionais cada vez mais complexos.
Respostas de 2
Os Exércitos se fortalecendo com drones vem o papai lula compra essas sucatas.
Sucata da guerra do Afeganistão ……