Fuzileiros Navais ficam sem blindados após desativação de caça-tanques; carcaças vão à leilão

Blindado caça-tanques dos fuzileiros navais

Marinha leiloa SK-105 A2S como sucata; três veículos ainda operam com severas restrições

Os Fuzileiros Navais desativaram a frota de caça-tanques SK-105 A2S e, com isso, perderam a proteção blindada. Dos 18 veículos adquiridos no fim dos anos 1990, apenas três ainda operam, comunicam e atiram, embora com severas limitações. Assim, a força mantém somente uma capacidade mínima de treinamento. A informação é do site Infodefensa.

Leilão como sucata

Ao mesmo tempo, sete carcaças canibalizadas foram destinadas a leilão como sucata metálica, com avaliação total de R$ 105 mil. Dessa forma, a Marinha encerra, na prática, o ciclo operacional do modelo que já integrou a capacidade de choque em operações anfíbias.

Desgaste e restrições

O fechamento da fabricante, a falta de suprimentos e as restrições orçamentárias aceleraram o desgaste da frota.
Além disso, a prioridade a grandes programas navais reduziu recursos para a manutenção dos blindados, o que
levou à retirada gradual de serviço.

Novo foco tecnológico

Por outro lado, os Fuzileiros avançam no reequipamento com ênfase em drones e novas tecnologias. As lições recentes dos conflitos impulsionam essa mudança. Ainda assim, a força depende de decisões do governo para investir, de forma consistente, em uma futura capacidade blindada eficaz e sustentável.

Respostas de 4

  1. Vende tudo no ferro velho e compra tudo de sino de bronze e caol pra lustrar o sino. e pra comemorar o sino novo faz compras pra fazer coquetel pros oficiais. Que é só pra isso que serve a marinha mesmo.

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