Treinamento secreto ocorreu no fim de 2025 e envolveu cerca de 200 militares enviados depois ao front na Ucrânia.
As Forças Armadas da China treinaram, de forma reservada, cerca de 200 militares da Rússia no final de 2025. A revelação surgiu em maio de 2026 e, ao mesmo tempo, levantou novos questionamentos diplomáticos. O treinamento concentrou-se no uso de drones aplicados diretamente ao conflito na Ucrânia.
Treinamento ocorreu em território chinês
Segundo documentos analisados pela Reuters, os militares russos participaram de sessões práticas realizadas em instalações chinesas. Durante o período, os instrutores priorizaram operações com drones em cenários de guerra moderna. Além disso, os exercícios reproduziram situações reais do campo de batalha.
Parte dos militares voltou ao campo de batalha
De acordo com serviços de inteligência europeus, parte dos soldados treinados já retornou à Ucrânia. Assim, esses militares passaram a atuar diretamente nas frentes de combate. Como consequência, governos ocidentais avaliam possíveis impactos táticos no conflito.
Neutralidade chinesa entra em xeque
Pequim afirma repetidamente que mantém neutralidade na guerra. No entanto, especialistas consideram que o treinamento indica envolvimento indireto. Portanto, a ação contrasta com o discurso oficial adotado pela diplomacia chinesa.
Cooperação militar segue ativa
Além do treinamento revelado, China e Rússia realizam exercícios militares conjuntos com frequência. Esses treinamentos ocorrem, por exemplo, no Mar do Japão. Embora Pequim negue o fornecimento de armas, a cooperação técnico-militar permanece sólida.
Repercussão internacional cresce
Diante das informações, países europeus ampliaram o monitoramento das atividades chinesas. Ao mesmo tempo, a pressão diplomática sobre Pequim aumentou. Assim, o episódio pode influenciar o posicionamento internacional da China no conflito.
Uma resposta
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