Marcel Van Hatten foi abordado pelo chefe da assessoria parlamentar do Exército após discurso crítico, levantando questionamentos sobre os limites da atuação militar e a imunidade no Congresso
Um episódio ocorrido nos bastidores da Câmara dos Deputados reacendeu o debate sobre os limites da atuação militar em uma democracia e sobre a garantia da imunidade parlamentar. O deputado federal Marcel Van Hattem afirmou ter sido alvo de uma tentativa de intimidação por parte de um oficial do Exército após um discurso crítico feito durante reunião de uma comissão do Congresso Nacional.
Após a manifestação de Van Hattem com críticas a integrantes das Forças Armadas, o parlamentar foi abordado, ainda dentro das dependências da Câmara dos Deputados, pelo general Emílio Vanderlei Ribeiro, chefe da assessoria parlamentar do Exército Brasileiro na Casa. O militar é assessor direto do comandante do Exército, general Tomás Paiva.
Nos bastidores, a abordagem foi interpretada por aliados do deputado como uma tentativa de “enquadramento” em razão do teor do discurso. Van Hattem, no entanto, reagiu de forma dura ao general, elevando o tom e rebatendo a iniciativa, o que gerou forte repercussão política.
O caso provocou reação imediata de outros parlamentares. O deputado Luiz Lima saiu em defesa de Van Hattem e afirmou que a imunidade parlamentar é um pilar do regime democrático e não pode ser relativizada, especialmente diante de qualquer tipo de pressão exercida por integrantes das Forças Armadas.
A situação ganha contornos ainda mais sensíveis pelo fato de Van Hattem responder a um inquérito da Polícia Federal relacionado a um discurso feito da tribuna da Câmara. Para críticos, o conjunto de episódios reforça preocupações sobre restrições à liberdade de expressão de parlamentares de oposição e sobre a relação entre militares e o Poder Legislativo.
O episódio levantou questionamentos no meio político: é compatível com a democracia que um general do Exército, ocupando função institucional junto ao Parlamento, tente confrontar um deputado federal dentro do Congresso Nacional? Para oposicionistas, o caso é grave e exige esclarecimentos formais do comando do Exército.
Até o momento, não houve manifestação oficial do Exército Brasileiro sobre a conduta do general Emílio Vanderlei Ribeiro. O episódio segue repercutindo no meio político e nas redes sociais, com cobranças por explicações e pela preservação das prerrogativas constitucionais dos parlamentares.
Se metade dos congressistas tivessem a testosterona no deputado Marcel Van Hatten, nós não estaríamos nessa situação. 👊
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May 1, 2026
Respostas de 44
Brigar com aluno da ESAO é mais fácil né? Fora da bolha esses caras não são ninguém.
Foi a lavagem cerebral; não sabem mais reconhecer quem são os infiltrados, e aí perseguem os que querem manter o Estado Democrático de Direito inviolado.
Estranho haver militar defendendo a atitude do general, o deputado esta no lugar que é para estar no congresso Nacional, quem está fora de situação é o general que é militar é quer estar no meu de políticos.
E não é situação de ser de direita ou esquerda, é saber se portar como militar.
Eu só não entendi uma coisa: quem é o frouxo?
Todo mundo sabe que há inimigos internos da nossa soberania, saqueadores dos cofres públicos em detrimento de melhores serviços públicos. Mas, como dizem por aí, isso é questão política. Tá certo! Invasões estrangeiras também são questões políticas. Então, o que o EB faz dentro do Congresso Nacional já que é apolítico? Será que o STF vai partir de novo para defender o general? Por onde anda o Gonçalves Dias para se explicar sobre o 08 de janeiro?
O amor é lindo, “se for preciso vou à guerra”. Tem que ir mesmo; é para isso que está sendo pago. Tenham apenas mais juízo ao expropriarem produtores rurais que há mais de 30 anos ocupam terras, são produtivos e possuem o INCRA regular.
Sei lá… mas tenho a impressão que a grande maioria que recebe dinheiro(soldos, licitações, precatórios, juros de empréstimos,etc) dos governos não sabe a origem do dinheiro, quem são as fontes pagadoras, os contribuintes, os pagadores de tributos, impostos, etc.
Parabéns ao Deputado Federal Marcel Van Hatten, que não se intimidou com a intimidação do general.
O General podia dormir sem essa.
O general foi completamente infeliz. A liturgia da função manda que na hipótese de um discurso desfavorável direcionado à Força, o assessor parlamentar solicite uma visita de cortesia, aborde amenidades e convide a autoridade a uma cerimônia ou outro ato social no âmbito da instituição e se dissipe eventuais contratempos. Isso era feito nos tempos de FHC com a oposição estando no PT. Parece que se perdeu o tirocínio.
Esse aí deve ter uma bolsa cheia de lenços, para limpar as babas.
Generais de direita levando no rhabo por parlamentar de direita!
Acho é pouco.
Disso tu entende bem nao E mesmo mortadela?
kkkkk… estragou o velório.
Eu sou civil e de esquerda.
Quem falou apaixonadamente que vai pra guerra junto com o Comandante foi o General, de DIREITA!
Falando em rhabo, o pastor de calcinha, de DIREITA, deve investigar.
de “direita” só por que tu quer né paisano…ali não tem nada de direita nesses milicos.
O civil esquerdopata, reducionista, sempre desejando reduzir o debate aos órgãos sexuais ou excretores.
Vc é um ze ruela mortadela esquerdopata. Saia daqui
Poderia usar todo seu Ímpeto para defender uma remuneração justa para os militares!
“deputado!!! Um soldado ganha apenas 2 mil reais! DOIS MIL REAIS REPUTADO”!
Infelizmente, não foi essa a frase!
isso você nunca verá. o soldado ganha merreca comparada ao salario minimo, mas se forem pedir um aumento pros soldados vao querer também.
Quero a expulsão deles! O subao já foi expulso faz tempo!
Esse Van Raten já caluniou e ofendeu delegado da PF, o caso vai ser definido pelo Flávio dino, que espero, defina que a imunidade não vigora neste caso.
Agora Van Ratten fica caluniando e ofendendo o comandante do Exército, que já deu uma lavada nele na Câmara. Continua a ofender e caluniar o comandante e usa da imunidade parlamentar para continuar a mentir e caluniar. O general assessor não aguentou e foi defender o comandante, aí caiu na armadilha.
O bolsonarista nem o esquerdista sabem dialogar. Eles criam armadilhas. O general caiu, foi discutir com o político que acabou inventando que foi atacado e assediado e acabou virando vítima. E virou também notícia para os fanáticos bolsonaristas divulgarem nas redes sociais.
Calúnias e difamações vindas de políticos só tem uma saída: O poder judiciário. Não adianta tentar diálogo com essa gente.
Diálogo cabuloso é só com o PT.
e O PT de direita, conhecido com PL, faz qual tipo de discurso? Deixa de ser burro e marionete de político. (ou boneco de ventríloco, que só age quando alguém lhe enfia mão na bunda). Aliás, pesquise sobre o líder do partido do seu mito, sobre o envolvimento com o PT e o mensalão no 1º governo do “Nine”, quem sabe você entenda um pouco sobre o que é ser político nesse país sujo.
Barro, não me considere digno dos teus costumes, não sou teu espelho. Aproveite o que te faz bem do jeito que vc é ao considerar-me, sem as ofensas que poderia lhe retribuir, alguém digno dos teus hábitos.
Esse General não tem equilíbrio para ser assessor parlamentar.
É uma função que exige conhecimento jurídico e equilíbrio emocional.
Quem o conhece sabe da arrogância e da prepotência. Uma hora a fatura chega.
General Emílio só tem a seu favor ser zero de turma e os cursos operacionais.
Afundou com a pouquíssima interlocução que poderia ter no Congresso.
Zerou o cronômetro.
É pra gente acreditar que o General saiu em defesa do governo com essa cena? Belo teatrinho.
Os esquerdistas falam pior, e humilham constantemente a Força e ninguém se revolta.
Vem um deputado da direita falar verdade e o General se dói.
Que loucura.
Essa tal de assessoria parlamentar é um absurdo. Não deveria existir.
A defesa dos interesses das fA no parlamento deve ser feita pelo ministério da defesa, não por assessoria parlamentar dessa ou daquela Força.
E o ganho extra, como é que fica?
Esse Emília é aquele da confusao na Esao. Sempre foi criador de caso. Metido a velentao. Melancia como seu CHEFE mElancia!
Esse mesmo… masculinidade frágil do baralho.
ele devia ter seguido as orientaçoes da caserna: “militar não se mete em política”.
Kkkkkk…..acho lindo….kkkk….
Que bom, finalmente as Forças Armadas estão percebendo que o lado bom e do coração é o lado esquerdo. antes tarde do que nunca.
kkkkk… é sim, desde as guerrilhas do Araguaia.
Esse general é muito macho para brigar com capitao em dia de taf na esao pq atrapalharam o passeio dele de bicicleta! Pior o aluno foi punido, o comando da esao empurrou Sindicâncias e Punição no aluno mesmo com todos sabendo que o culpado foi esse general Desequilibrado!
E agora general emilio? Vai abrir uma fatd para punir o deputado? Si fu
Agora imagina se os milicos fecharem o Congresso Nacional como feito em 1965?
Mi-mi-mi da Direita é pior do que da Esqueda.
Não duvido de um golpe real para manter o atual governo. Alguém aí já disse que iriam “tomar o poder”.
O nobre general pensou que o deputado iria abaixar as orelhas como um praça mas foi jantado.