EUA atacam embarcação suspeita de narcotráfico no Pacífico; duas pessoas mørrεm (vídeo)

Embarcação foi explodida pelos EUA no Pacífico (Reprodução: X)

 

Ação militar foi autorizada pelo Comando Sul e integrou a Operação Southern Spear, voltada ao combate a rotas marítimas do tráfico

Uma operação militar dos Estados Unidos no Oceano Pacífico resultou na morte de duas pessoas após o ataque a uma embarcação suspeita de envolvimento com o narcotráfico. A ação foi confirmada nesta segunda-feira (9) pelo Comando Sul das Forças Armadas dos EUA (USSOUTHCOM).

Segundo o comando, o ataque ocorreu no âmbito da Operação Southern Spear e foi classificado como um “ataque cinético letal”, autorizado pelo comandante do USSOUTHCOM, general Francis L. Donovan. A ofensiva foi conduzida por uma força-tarefa conjunta criada especificamente para a operação.

Informações de inteligência indicaram que a embarcação era operada por grupos classificados pelos Estados Unidos como Organizações Terroristas Designadas e utilizava rotas conhecidas do tráfico de drogas no Pacífico Oriental. De acordo com os militares, o barco estaria diretamente envolvido em atividades de narcotráfico no momento da ação.

Dois tripulantes morreram no ataque e um terceiro sobreviveu. O governo norte-americano não informou se o sobrevivente foi detido. Também não foram divulgados detalhes sobre a nacionalidade dos envolvidos, o tipo de embarcação atingida nem o local exato do ataque.

Assista o vídeo da ação:


A Operação Southern Spear integra a estratégia dos EUA para combater o tráfico de drogas e grupos considerados terroristas em rotas marítimas estratégicas. A presença militar norte-americana no Caribe e no Pacífico, no entanto, é alvo de críticas de países da América Latina, que questionam possíveis violações de soberania e a falta de transparência sobre os impactos dessas ações.

Uma resposta

  1. Pena de morte sem provas, direita a defesa ou qualquer julgamento?

    Isso me faz lembrar as mortes “acidentais” de Omar Torrijos, do panamá, de Jaime Roldós Aguilera, do Equador ou os sequestros de Noriega, do panamá e de Maduro da Venezuela. No caso de Noriega, milhares de civis foram mortos por bombardeios, incluindo crianças.

    Lamentável, somos tratados como baratas.

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