MPF investiga ‘discriminação de gênero’ em concursos para cadetes do Exército

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A investigação começou em setembro do ano passado, a partir de uma denúncia levada ao órgão

Robson Bonin
O MPF acaba de abrir um inquérito para investigar denúncias de “desigualdade de gênero” nos concursos de admissão de cadetes no Exército.

A investigação começou em setembro do ano passado, a partir de uma denúncia levada ao órgão “sobre possível discriminação em
razão de gênero ocorrida nos concursos de admissão para a Escola Preparatória de Cadetes do Exército.

O MPF relata que chegou a cobrar explicações do Exército e que as respostas dadas pela instituição “demonstram a ausência de medidas concretas para assegurar a igualdade de gênero em tais concursos”.

Os investigadores registram que colheram elementos para atestar a “verossimilhança dos fatos”.
RADAR (veja) – Edição: Montedo.com

Respostas de 5

  1. Antes que venham comentar que o TAF deve ser igual entre homens e mulheres e outras bobagens que demonstram a masculinidade frágil de alguns, é importante dizer que a diferença entre os desiguais já existe.

    Por exemplo, o TAF de Coronel não é o mesmo de Soldado recruta. Porque as condições são diferentes. Para isso que há tabelas baseada em estudos que consideram gênero, idade, etc.

    Então, passa da hora de a Força estabelecer critérios técnicos e não baseados em achismos ou que a mulher teria menos capacidade combativa.

    Certamente existem muitas mulheres bem mais combativas e aptas ao serviço combatente do que uns elementos que vi na minha formação da AMAN… É só ir na Intendência e Artilharia que dá pra entender.

  2. realmente, as vagas devem ser 50% para cada sexo, ou então a disputa justa da totalidade das vagas.

    ainda mais pra oficial, que trabalha mais com a gestao de pessoas e financeira do que efetivo emprego de mão de obra.

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