Jovem do interior de SP mørrε em combate na guerra da Ucrânia após ataque de drone

Felipe de Almeida Borges, de Santa Fé do Sul (SP), morreu em guerra na Ucrânia — Foto: Clarice Batista de Almeida/Arquivo pessoal

Felipe de Almeida Borges, de 25 anos, era morador de Santa Fé do Sul e teve a morte confirmada pela família neste sábado (17)

Um jovem de 25 anos, morador de Santa Fé do Sul (SP), morreu em combate na guerra da Ucrânia após ser atingido por um drone. A informação foi confirmada pela mãe de Felipe de Almeida Borges, Clarice Batista de Almeida, que soube da morte no último sábado
(17), embora o óbito tenha ocorrido em dezembro, durante a primeira missão do filho no conflito.

À TV TEM, Clarice contou que Felipe saiu de São Paulo com destino a Madrid, na Espanha, no dia 19 de novembro, dizendo que faria uma viagem. A previsão de retorno ao Brasil era 1º de dezembro. Dias depois, no entanto, a família foi informada por amigos de que o jovem havia se alistado para atuar na guerra da Ucrânia.

Segundo a mãe, Felipe foi convencido a se voluntariar após a promessa de um pagamento mensal de R$ 25 mil. Durante o período de treinamento, ele evitava falar sobre a rotina militar para não preocupar a família, especialmente a mãe.

A última conversa entre mãe e filho ocorreu no dia 9 de dezembro. Na ocasião, Felipe avisou à irmã que seguiria para o campo de batalha. A partir do dia seguinte, ele ficou incomunicável.

No sábado (17), a irmã do jovem recebeu a confirmação da morte após ser procurada por um amigo de Felipe, que mantinha contato com um comandante envolvido no conflito. De acordo com a família, o brasileiro foi gravemente ferido ao ser atingido por um drone durante uma ação na linha de frente.

“O Felipe está morto desde dezembro. Ele nunca ficava um dia inteiro sem mandar mensagem, sabia o quanto eu me preocupava. Ele foi servir a uma guerra que não era dele, pensando em dar uma vida melhor para a esposa e montar o próprio negócio. Agora, o mínimo seria trazer meu filho de volta”, lamentou Clarice.

A família tenta viabilizar o translado do corpo, mas, segundo apuração do g1, o corpo ainda não foi resgatado porque Felipe atuava em uma área de combate intenso.

Itamaraty alerta sobre alistamento de brasileiros em guerras
Em junho deste ano, o Ministério das Relações Exteriores emitiu um alerta recomendando que brasileiros recusem propostas de alistamento voluntário em forças armadas estrangeiras, especialmente em contextos de conflitos armados.

Segundo o órgão, houve aumento no número de brasileiros mortos em combates ou que enfrentam dificuldades para deixar o serviço militar no exterior. O Itamaraty destacou ainda que a assistência consular nesses casos pode ser severamente limitada, devido aos contratos firmados entre os voluntários e as forças armadas estrangeiras.
Com g1 e TV TEM

Respostas de 7

  1. A maioria com pouca ou nenhuma experiência militar se aventuram por vaidade e acabam tendo um fim inglório. Se alguém oferece 25 mil por mês para um Soldado, é porque ele não irá receber este Soldo. Como disse a família, havia contatos e, provavelmente, estes contatos foram detectados revelando a posição exata no terreno. Guerra não é brincadeira.

    Fica a dor da família enlutada.

  2. Muito melhor pra um uncaniano mandar um estrangeiro pra linha de frente tomar Granada de drones do que eles mesmo, mais vantagem eles não pagam os estrangeiro e ainda poupam os de sua nacionalidade.

  3. Milico do exercito sabe de formatura.
    Armas desmuniciadas para cerimonial.

    Nem armado andam, sao acuados, amedrontados, atemorizados com tudo.
    Sao como falamos no sul uns guri c*gado querendo falar de guerra.

    Eu não digo nem da brigada militar que enfrenta bandido e troca tiro.

    Qualquer CAC que tenha sido escoteiro está mais qualificado para lutar guerras.

    FE desmaiando com intimação da PF, coronel tomando esporro do sargentão….

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